Após chuvas caídas no Cariri em pleno Natal, Rio Paraíba registra cheia nesta manhã

Rio Paraíba, na cidade do Congo

Em pleno dia de Natal a população do Cariri ganhou um belo presente vindo dos Céus. As chuvas caídas durante este último sábado(25), animaram à população da região que há tempo não registravam chuvas. Alguns dos mananciais aqui da região, apresentaram cheias na manhã deste domingo(26), como o Rio Paraíba.

A cheia no afluente foi registrada em imagens por moradores da região onde os rios têm passagem e nas cidades do Congo e Caraúbas, o manancial apresentou uma grande cheia.

Várias cidades da região do Cariri registraram chuvas durante este sábado, a exemplo de São João do Cariri, Serra Branca, Coxixola, Santo André, Prata, Taperoá, Camalaú, Monteiro e entre outras.

As águas do Rio Paraíba seguem para o açude Epitácio Pessoa, na cidade de Boqueirão, que com as últimas chuvas devem contribuir para o aumento do reservatório.

O Rio Paraíba nasce na serra da Jabitacá no município de Monteiro. Até o açude Epitácio Pessoa, mais conhecido como Boqueirão, que abastece Campina Grande e outros 18 municípios da região as águas do afluente percorrem cerca de 140 quilômetros de extensão passando por vários municípios.

VEJA O VÍDEO DAS ÁGUAS DESEMBOCANDO NO RIO PARAÍBA, EM CARAÚBAS:

De Olho no Cariri

Fotos: Edivaldo Paulino

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1