Animal solto na BR-412, em Serra Branca, causa acidente com comerciante de Sumé

Na manhã desta quarta-feira (30), um acidente foi registrado na BR-412, nas proximidades do trevo que dá acesso à cidade de Serra Branca, no Cariri paraibano. O comerciante sumeense conhecido como Paulo do Tempero colidiu com um cavalo que estava solto na pista.

De acordo com informações, Paulo conduzia seu veículo quando foi surpreendido pelo animal na estrada. O impacto foi inevitável: a “besta” morreu no local e o veículo ficou com a frente totalmente destruída.

Paulo sofreu escoriações leves e, após o acidente, recebeu os primeiros socorros. Uma ambulância foi acionada e o comerciante foi encaminhado ao hospital de Serra Branca, onde recebeu atendimento e passa bem.

O acidente chama atenção para um problema antigo e recorrente nas rodovias da região: a presença de animais soltos às margens das estradas. Além de representar risco à vida dos condutores, essa negligência já foi responsável por diversos acidentes graves. É urgente que medidas sejam tomadas para evitar novas tragédia.

De Olho no Cariri

Paraíba Mix

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O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu nesta quinta-feira (22) que as campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) podem divulgar seus sigilos bancários, fiscal e telefônico, conforme acordo assinado entre os candidatos. 

Na decisão, o ministro afirmou que não cabe interferência da Justiça Eleitoral no caso e que os próprios candidatos podem revelar seus dados ao público. 

“Ainda assim, para que não reste dúvida, reafirma-se que os candidatos e pessoas físicas e jurídicas a que se referiram estão autorizadas a divulgar, por ato próprio, como e quando entenderem pertinentes, os dados de que são titulares”, afirmou. 

O ministro ainda ressaltou que a divulgação espontânea dos dados dos candidatos não substitui as investigações formais.

“É de conhecimento público e assente na doutrina especializada que recursos de origem ilícita, procedentes de corrupção e lavagem de dinheiro, invariavelmente não transitam pelas contas de seus beneficiários, mas por interpostas pessoas: os chamados laranjas. Por isso, a divulgação espontânea e voluntária de extratos e declarações pessoais, embora legítima, não substitui as investigações conduzidas pelos órgãos competentes e sob controle judicial, que existem justamente para esclarecer esses fatos.

Mais cedo, as campanhas de Lula e Flávio assinaram um acordo para o levantamento de seus sigilos. 

De Olho no Cariri

Com Agência Brasil