Aneel homologa redução na tarifa de energia elétrica na Paraíba

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) homologou nesta terça-feira (23/08) o Reajuste Tarifário Anual (RTA) da Energisa Paraíba. Os clientes residenciais de baixa tensão (tarifa B1) perceberão uma redução de 0,46%. Na alta e média tensão, a exemplo da indústria, que possui uma tarifa diferenciada, haverá reajuste de 3,49%. O efeito médio a ser percebido pelos clientes, em geral, será de 1,03%. O percentual entra em vigor a partir de domingo, 28 de agosto.

O reajuste tarifário anual é um processo regulado, previsto no contrato de concessão e acontece para todas as distribuidoras de energia do país. Do total da fatura, geradoras e transmissoras ficam com 37%, e 36,5% são encargos e tributos. A correção tem como objetivo cobrir os custos referentes a compra de energia e da infraestrutura de transmissão, que leva energia para os estados. Além disso, garante a continuidade de investimentos na rede de distribuição da Energisa Paraíba. Na prática, a Energisa atua como arrecadadora para todo o setor elétrico.

“De cada R$ 10 pagos pelo cliente, R$ 2,65 ficam com a Energisa para investir em qualidade e expansão da rede. Para garantir agilidade e qualidade dos serviços para o cliente, é preciso comprar equipamentos, manter a infraestrutura e a frota em boas condições, além de pagar salários e a energia comprada”, explica Bernardo Athayde, gerente corporativo de regulação econômica da Energisa.

Mais PB

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O deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP) apontou, nesta segunda-feira (10), a existência de pressão política, via Tribunal de Contas da União (TCU), contra o presidente Lula (PT) para obrigá-lo a interferir nas deliberações do PT da Paraíba e reverter va aliança do partido com o governador Lucas Ribeiro (PP) na disputa pela reeleição.

“O que a gente sabe é que tem uma pressão, se utilizando o Tribunal de Contas da União, para pressionar o presidente da República, para que o presidente da República interfira no partido”, denunciou o deputado.

Aguinaldo, porém, frisou acreditar que Lula não vai se submeter à “chantagem”. “Eu não acredito que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se submeta a chantagem de quem quer que seja”, complementou Aguinaldo.

O Tribunal de Contas da União é presidido pelo ministro Vital do Rêgo Filho, irmão do senador Veneziano Vital (MDB). Em fevereiro deste ano, a senadora Daniella Ribeiro (PP), na Rede Mais, acusou ‘Vitalzinho’, como é conhecido, de “chantagear” o presidente Lula em troca do apoio político do presidente ao seu irmão.