Agência do INSS em Monteiro recebe reforço com novas vagas para peritos médicos

A Agência da Previdência Social (INSS) em Monteiro, no Cariri paraibano, será contemplada com mais duas vagas de peritos médicos, totalizando três profissionais na unidade. A medida representa um importante avanço para a população local, pois deve reduzir o tempo de espera pelas perícias médicas, um dos principais gargalos do atendimento previdenciário na região.

A ampliação do quadro de peritos foi possível após a divulgação do resultado do concurso para perito médico federal, publicado no Diário Oficial da União. No total, foram 768 candidatos classificados, dos quais 250 aprovados para atuar em todas as regiões do país.

A Região Nordeste receberá 159 novos profissionais, correspondendo a mais de 60% do quantitativo nacional. Na Paraíba, seis peritos foram destinados aos municípios de Cajazeiras, Monteiro e Patos, aumentando em 7,5% a capacidade operacional da perícia médica no estado.

De acordo com o Ministério da Previdência Social, a distribuição das vagas considerou critérios como a demanda regional, o tempo médio de espera para realização das perícias e a localização estratégica das agências. A expectativa é que até o dia 15 de agosto, todos os novos peritos já estejam em exercício, após completarem o treinamento obrigatório.

Com o reforço, Monteiro passa a contar com três peritos médicos no INSS, o que deve trazer alívio para segurados que aguardam agendamentos, além de contribuir para acelerar a concessão de benefícios que dependem da avaliação pericial.

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri