Açude de Taperoá está a poucos centímetros de sangrar e parede do reservatório possui vazamentos

Uma imagem sonhada por todos os taperoaenses há anos era a do açude Manuel Marcionilo cheio e até transbordando. O manancial, após as últimas chuvas, tomou considerável volume d’água e está há poucos centímetros de sangrar, mas alguns vazamentos foram verificados em sua sangria.

O açude que tem capacidade para 15.148.900m³ de água está com 13.391.550 m³, o equivalente a 88,4% de sua capacidade e está há poucos centímetros de lâmina de sangrar.

Uma preocupação da população e das autoridades é com pequenos vazamentos verificados na parede da sangria do reservatório. Segundo o prefeito Jurandi Gouveia, há alguns anos o Estado mandou fazer uma manutenção no manancial, mas os vazamentos não foram retirados.

O prefeito garantiu que segunda-feira estará em contato com o Governo para mostrar os problemas e acredita que rapidamente uma intervenção será feita pelo Estado. Ainda assim, Jurandi disse que não há motivo para pânico, pois os vazamentos não são de grandes proporções e não devem comprometer a segurança do reservatório.

De Olho no Cariri
Fotos: Gomes Taperoá

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri