Abrigo de Idosos de Sumé recebe mais equipamentos

INFORME PUBLICITÁRIO – A Associação de Proteção e Amparo à Velhice de Sumé/Abrigo de Idosos Rosália Paulino adquiriu novos equipamentos por meio do termo de fomento celebrado com a Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa do Ministério da Mulher, Família e dos Direitos Humanos.

Dentre as metas do termo está a estruturação do Abrigo, dotando-o de equipamentos estruturais possibilitando o bem-estar social dos idosos ali residentes, gerando um ambiente seguro e adequado para a oferta dos serviços prestados por meio da aquisição de móveis e equipamentos.

Foram adquiridos: notebook, impressora multifuncional colorida, scanner, bebedouros de coluna, freezer horizontal, liquidificadores, máquina de lavar roupa de 15kg e 12kg, microondas, processador de alimentos, refrigerador 431 litros, frost free, tv´s smart 43 polegadas e ventiladores, totalizando aproximadamente R$ 29 mil.

A presidente da Associação Jacquelline Oliveira falou da felicidade em ver os sonhos dos seus pais, Leonardo Guilherme e Zita Vieira (in memorian), que administraram o Abrigo durante muitos anos, sendo concretizados, um a um. Da gratidão que sente pelo apoio da gestão de Éden Duarte, que busca investimentos para a instituição em todas as instâncias.

Já o presidente da Câmara, vereador Antônio Carlos, enalteceu o trabalho de equipe do prefeito Éden e Manezinho e o legado que todos deixarão após os seus mandatos.

Por sua vez, João Paulo Miranda, reforçou que sem as parcerias com os órgãos públicos é impossível manter a continuidade do serviço, considerando que “abrigamos 30 idosos não somente de Sumé mas de toda região do Cariri”, disse o tesoureiro da instituição.

Finalmente, o prefeito Éden ressaltou a responsabilidade da instituição, considerada pelo Ministério Público do Estado, uma das melhores. “Sei do meu dever como gestor e cidadão e desejo aproveitar todas as oportunidades de melhor servir a quem já nos serviu tanto”.

Aproveitou a oportunidade para anunciar que, recentemente mais um projeto do Abrigo foi aprovado. Desta vez, junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT) num valor que ultrapassa os R$ 100 mil e que serão utilizados para instalação de placas energia solar, de forma a baratear os custos da conta de energia, além de implantar uma completa sala de enfermagem, possibilitando mais conforto e um melhor atendimento aos seus moradores.

Hoje o abrigo dispõe de 01 assistente social, 01 gestor público e 01 médico (voluntários), 02 técnicos de enfermagem, 01 enfermeiro, 01 fisioterapeuta e 08 cuidadores (contratados) e 01 nutricionista, 01 odontólogo, 01 psicólogo (cedidos).

A entrega dos equipamentos aconteceu na tarde desta segunda-feira, 21, e contou ainda com as presenças das secretárias Ednalva Libânio (Assistência Social) e Tanniery Lêla (Saúde), do técnico dos projetos Edson Francisco (bastante elogiado por todos), dos servidores do abrigo e dos idosos.

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

A sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) desta terça-feira (15) sobre crise que atinge a Corte terminou com 4 votos a 3 para manter separadas as análises pelo Supremo das condutas de Alexandre de Moraes, na relação com Daniel Vorcaro, e de André Mendonça, na condução do relatório do caso Master.

Presidente do STF e relator da sessão desta terça, Edson Fachin votou para manter a separação dos casos após uma questão de ordem apresentada por Gilmar Mendes. Fachin foi acompanhado pelos ministros André Mendonça, Luiz Fux e Cármen Lúcia.

Já Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Alexandre de Moraes votaram para que as análises sejam conjuntas. O ministro Flávio Dino, que havia votado com essa corrente, mudou o voto para um pedido de vista, o que suspendeu o julgamento.

Fachin foi o primeiro a votar

Na tarde desta terça, após a retomada do julgamento iniciado na manhã, o presidente do STF se posicionou contra uma questão de ordem, um questionamento, apresentado pelo ministro Gilmar Mendes, que defendeu o julgamento conjunto dos relatórios com informações da Polícia Federal sobre os dois ministros.

Fachin também foi contra a redistribuição do relatório sobre Alexandre de Moraes, que puxou para o seu gabinete. Gilmar defendia que houvesse um sorteio para a definição de um novo relator, alegando que é isto que está previsto no Regimento Interno da Corte.

“Quero, desde logo, me manifestar no sentido de manter não apenas a separação entre os julgamentos. Portanto, voto no sentido de prosseguir o julgamento de hoje, bem como, de não levar a efeito o apensamento [reunião] dos feitos mencionados e, por via de consequência, fica prejudicada a redistribuição na forma regimental”, disse Fachin.

André Mendonça vota para julgar seu caso e o de Moraes separadamente

O ministro André Mendonça acompanhou o voto de Fachin.

“Entendo não haver as mesmas bases fáticas. O que há, em relação a mim, é um suposto relatório de inteligência, um relatório ilegal, com monitoramento e coleta seletiva de dados de ministros do STF e de outras autoridades, em uma atividade própria de uma PF paralela. Documento ilegal, que o próprio documento fala que é sem valor probatório. São questões fáticas e jurídicas totalmente distintas”, disse Mendonça.

Fux e Cármen Lúcia também acompanharam Fachin e Mendonça.

Dino abriu divergência

Fachin foi o primeiro a votar sobre a questão de ordem apresentada por Gilmar Mendes, contra a proposta de Gilmar.

Na sequência, ministro Flávio Dino abriu divergência e votou pela conexão dos dois casos, acompanhando o entendimento de Gilmar Mendes.

“Presidente, me parece que o encaminhamento é de respeitar a conexão, que nos trouxe até aqui. E por isso eu considero que o encaminhamento contido na questão de ordem do ministro Gilmar é aquela que preserva melhor o nosso papel de provedores de justiça e de segurança jurídica”, disse Dino.

O ministro Cristiano Zanin acompanhou Dino na divergência, votando a favor da questão de ordem de Gilmar.

“Para não ser repetitivo, eu vou adiantar, pedindo vênia a Vossa Excelência, que eu estou acompanhando o eminente ministro Gilmar Mendes na questão de ordem trazida e faço apenas algumas anotações complementares”, disse Zanin.

Na sequência, Zanin disse que, na avaliação dele, o ministro André Mendonça não deveria votar na análise do relatório das mensagens de Vorcaro a Alexandre de Moraes.

Posteriormente, Moraes se posicionou pela análise conjunta da sua situação com a do ministro André Mendonça.

“Nós estamos com um risco concreto de decisões contraditórias e de tumulto processual, julgando as mesmas coisas, só que com o sinal invertido, os mesmos fundamentos, cada qual de um lado, com sinal invertido hoje [caso Moraes] e na próxima quarta-feira [sobre Mendonça]. Então presidente com essas com essas considerações, pedindo todas as vênias a Vossa Excelência, acompanho a questão de ordem do ministro Gilmar”, disse Moraes.

Ocorre que, posteriormente, após um bate-boca entre Gilmar Mendes e André Mendonça, Flávio Dino mudou sua posição, dizendo que estava passando a pedir vista.

Com isso, o placar ficou 4 a 3 para manter separadas as questões dos dois ministros.

Entenda a crise no STF

‘Não há pedido para abrir uma investigação criminal’, diz Moraes

A crise se intensificou após o ministro André Mendonça levantar o sigilo de relatórios da Polícia Federal sobre as investigações do Banco Master.

Um dos documentos apontou 52 mensagens entre o banqueiro Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes, além de encontros presenciais entre os dois e de um contrato de R$ 130 milhões entre o banco e o escritório da mulher de Moraes, Viviane Barci de Moraes.

A divulgação dos documentos provocou um confronto entre Moraes e André Mendonça, relator das investigações do caso Master.

Moraes acusou o colega de fazer uma liberação “seletiva” dos autos e de omitir documentos. Mendonça negou e afirmou que manteve sob sigilo apenas informações necessárias para preservar investigações em andamento e dados de terceiros.

A disputa também envolveu o acesso às provas extraídas do celular de Vorcaro. Moraes, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes pediram acesso integral ao material.

Após determinação de Zanin, a PF confirmou, na segunda-feira (14), ter entregue cópias do acervo digital aos três gabinetes. A PGR também se manifestou a favor da ampliação do acesso aos documentos.

Diante do conflito, o presidente do STF, Edson Fachin, decidiu separar os processos. O caso que envolve as mensagens entre Vorcaro e Moraes será analisado pelo Plenário nesta terça-feira (15).

Já as acusações de Moraes contra Mendonça ficaram para 23 de setembro.

Com Portal G1