11º Batalhão de Polícia Militar garante segurança durante os festejos juninos no Cariri paraibano

O 11º Batalhão de Polícia Militar atuou em 161 eventos realizados ao longo do mês de junho, garantindo a segurança da população em 17 municípios de sua área de atuação. E com destaque para os 05 dias do São João de Monteiro que é o evento mais tradicional da região.

Graças aos planejamentos de emprego dos policiamentos e ao empenho e dedicação dos oficiais e praças deste batalhão, as festas, pelo 3º ano consecutivo, tiveram praticamente ZERO ocorrências relacionadas aos eventos.

O sucesso na segurança dos eventos, que foram bastante tranquilos e seguros, deve-se ao compromisso de todos que fazem o 11º BPM, na garantia da segurança pública na região do Cariri, e ao trabalho integrado entre as forças de segurança – Polícia Civil e Bombeiros Militares – e as gestões municipais.

Desta forma, o Comandante do 11º BPM, o Tenente-Coronel Tavares, agradece à toda sua tropa pela dedicação e empenho nas atividades de policiamento durante esse período festivo, profissionalismo que já lhe é inerente.

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB