Prefeitura de Serra Branca realiza encerramento do São João 2026 neste sábado com festa no distrito de Sucuru

Depois de um mês inteiro de muito forró, cultura, tradição e celebração em diversas localidades do município, a Prefeitura de Serra Branca, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, realiza neste sábado, dia 27 de junho, o grande encerramento do São João no Pé da Serra 2026.

A última festa da programação acontecerá no Distrito de Sucuru, a partir das 20 horas, reunindo moradores e visitantes para celebrar o fechamento dos festejos juninos no município.

Ao longo de todo o mês de junho, o São João no Pé da Serra percorreu a cidade de Serra Branca, os bairros, comunidades da zona rural e os distritos, levando uma programação voltada à valorização da cultura nordestina, fortalecendo as tradições juninas e promovendo momentos de lazer, integração e aquecimento da economia local.

A programação de encerramento contará com apresentações musicais de Saia Justa, Leidinha Santos e Patrocínio Ferreira, garantindo muito forró e animação para marcar o fim de mais uma edição de sucesso do calendário junino de Serra Branca. O prefeito Alexandre Pereira destacou a importância da realização do São João no Pé da Serra 2026 para a população e o comércio local.

“Encerrar o São João 2026 no distrito de Sucuru é motivo de muita alegria para nossa gestão. Durante todo o mês de junho, levamos festa, cultura e tradição para a cidade, bairros, comunidades rurais e distritos, valorizando nosso povo e fortalecendo a economia local. A Prefeitura seguirá investindo para manter viva essa tradição que reúne famílias, movimenta o comércio e promove momentos de união e celebração. Convido toda a população para prestigiar esse grande encerramento em Sucuru”, disse o gestor.

O encerramento no distrito de Sucuru simboliza a conclusão de um circuito que levou alegria a todas as regiões de Serra Branca, reafirmando o compromisso da gestão municipal com a preservação da cultura popular, o incentivo aos artistas locais e a descentralização dos eventos culturais.

DE OLHO NO CARIRI

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB