CONTAGEM REGRESSIVA: Barra de São Miguel se prepara para realizar mais uma grande edição do Barra Bode

Faltam poucos dias para Barra de São Miguel receber a XVI edição do Barra Bode, um dos maiores eventos da caprinovinocultura da Paraíba. De 31 de julho a 2 de agosto, o município será palco de uma programação que reúne agronegócio, cultura, gastronomia, empreendedorismo e grandes shows, atraindo produtores rurais, expositores e visitantes de várias regiões do estado.

Além das apresentações musicais, o Barra Bode 2026 contará com exposição de caprinos e ovinos, julgamento de animais, torneio leiteiro, feira de negócios, comercialização de animais, feira de artesanato, gastronomia regional, palestras técnicas, além de uma ampla programação voltada ao fortalecimento da caprinovinocultura e ao incentivo aos produtores do Cariri.

O evento também movimenta a economia local, impulsionando o comércio, a rede hoteleira, bares, restaurantes e diversos setores de serviços, consolidando Barra de São Miguel como um dos principais destinos da região neste período.

À noite, a programação segue com grandes atrações musicais. Entre os nomes confirmados estão Solange Almeida, Assum Preto e Túlio Duarte, além de artistas regionais que prometem animar o público durante os três dias de festa.

Para garantir tranquilidade ao público, a Prefeitura de Barra de São Miguel e a Polícia Militar da Paraíba definiram um esquema especial de segurança para a festa. O planejamento foi alinhado em reunião entre o prefeito João Paulo e o comando do 18º Batalhão da Polícia Militar, que definiu estratégias para reforçar o policiamento ostensivo, ampliar o efetivo e intensificar as ações preventivas durante toda a programação.

Com os preparativos na reta final, a expectativa é de mais uma edição histórica, reforçando a tradição do Barra Bode como um evento que une negócios, valorização da cultura nordestina e entretenimento, fortalecendo o setor agropecuário e promovendo o desenvolvimento do município.

DE OLHO NO CARIRI

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB