Serra-branquense de 17 anos conquista mais um título e é campeão de Etapa do Paraibano de Tênis de Mesa

O jovem atleta serrabranquense Gustavo Martins Pedrosa, de 17 anos, conquistou mais um importante resultado para o esporte da região. Neste fim de semana, durante a II Etapa do Campeonato Paraibano de Tênis de Mesa, realizada na cidade de Cajazeiras, Gustavo sagrou-se campeão da categoria Sub-21.

Federado pela Federação Paraibana de Tênis de Mesa, o atleta vem se destacando nas principais competições estaduais e consolidando seu nome entre os talentos da modalidade na Paraíba.

Atualmente, Gustavo defende a equipe Manchester de Sumé e também integra o Projeto Procariri, do município de Sumé, além de representar o Coopera Esportes, ampliando sua experiência e participação em competições de alto nível.

A conquista em Cajazeiras reforça a excelente fase vivida pelo atleta, que segue acumulando títulos e levando o nome de Serra Branca e do Cariri paraibano ao topo do tênis de mesa estadual.

Com apenas 17 anos, Gustavo Martins demonstra talento, disciplina e dedicação, características que o colocam como uma das promessas do esporte paraibano e brasileiro nos próximos anos.

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal, por abandono de cargo. 

A decisão, publicada na edição desta segunda-feira (21) do Diário Oficial da União, tem como base processo administrativo disciplinar que concluiu pela ocorrência de faltas injustificadas por período superior a 30 dias consecutivos.

Segundo a portaria, a demissão teve por base a Lei nº 15.047, de 2024, que prevê a penalidade para casos de abandono de cargo. 

Eduardo Bolsonaro integrava o quadro de pessoal da Polícia Federal e estava afastado da função para exercer mandato eletivo na Câmara dos Deputados.

Perda do Mandato

Eduardo Bolsonaro deixou o Brasil em março de 2025 para morar nos Estados Unidos. Eleito deputado federal por São Paulo pela primeira vez em 2014, Eduardo teve o último mandato cassado em dezembro de 2025 por ausência em sessões deliberativas da Câmara.

Após a cassação, a Polícia Federal publicou ato declarando o fim do afastamento para exercício de mandato eletivo, com efeitos retroativos a 19 de dezembro de 2025, e determinou seu retorno imediato às atividades como escrivão.

Atuação nos EUA

Além do processo administrativo que resultou em sua demissão da Polícia Federal, Eduardo Bolsonaro responde a ações judiciais relacionadas à atuação política no exterior. Entre as medidas, estão as tarifas sobre produtos brasileiros, a revogação de vistos de autoridades brasileiras e a aplicação de sanções econômicas previstas na Lei Magnitsky. 

Segundo o STF, as iniciativas buscavam pressionar instituições brasileiras e interferir no andamento das investigações e processos judiciais.

Em setembro de 2026, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-deputado a quatro anos e dois meses de prisão, em regime semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo. A Primeira Turma rejeitou por unanimidade recurso do ex-deputado no dia 18 de setembro.

O placar da votação foi de 4 votos a 0. 

Na mesma decisão, o colegiado determinou a inelegibilidade de Eduardo Bolsonaro por oito anos e a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal.

Por unanimidade, os ministros acompanharam o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR) de que o ex-parlamentar atuou para estimular sanções e medidas adotadas pelos Estados Unidos contra o Brasil com o objetivo de influenciar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no processo que apura a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Agência Brasil