Final da Copa Cariri de Futsal será no Netão em Sumé e homenageará desportista Robson Rafael

Acabou a expectativa sobre o palco da grande final da Copa Cariri de Futsal. Pela primeira vez, uma final com dois times da mesma cidade, a Copa Cariri de Futsal será encerrada no ginásio de esportes O Netão, principal praça esportiva do município de Sumé.

A Ponte Preta atual vice-campeã vai disputar a taça de campeã com a forte equipe do Roma, que fez uma grande campanha na competição este ano. Segundo o coordenador da Copa Cariri de Futsal, Damião Lima, não seria justo que duas equipes do mesmo município fossem competir em outra cidade, apenas por uma questão regimental, mesmo havendo consenso entre dirigentes e apelo da própria torcida.

Damião Lima revelou ainda que a final da copa este ano vai homenagear o desportista Robson Rafael, uma das principais referências do esporte local e regional e que faleceu há alguns anos. “A homenagem para o professor Robson é unânime e faremos questão de fazê-la em sua terra natal, num momento de grande confraternização do esporte sumeense”, destacou Damião.

A grande final será realizada no sábado, dia 20 de maio, a partir das 19hrs.

De Olho no Cariri

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

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