Corpo de criança que estava desaparecida é encontrado em mata de João Pessoa; Polícia já identificou o suspeito

O corpo de Anielle Teixeira, de 11 anos, criança que estava desaparecida desde o último domingo (5), foi encontrado na madrugada desta quarta-feira (8), em uma mata no bairro de Miramar, em João Pessoa. Conforme informações da Polícia Civil, o corpo de Anielle foi encontrado apenas com a blusa. Ela sumiu na madrugada do domingo, depois de sair da praia do Cabo Branco de bicicleta com um homem.

De acordo com a delegada Luisa Correia, o corpo foi encontrado com sinais de decomposição, o que levam a Polícia Civil e a perícia a acreditarem que a criança foi morta logo após a saída da praia, no mesmo local em que o corpo foi encontrado. Além disso, no corpo, há sinais de esganadura, mas apenas o laudo pericial poderá confirmar a causa da morte. A perita Amanda Melo revelou que há suspeita de crime sexual, mas que a situação ainda está sendo investigada.

Foto: Antônio Vieira/TV Cabo Branco

A criança teria passado o sábado na praia com a mãe e os irmãos. De acordo com a mãe da vítima, ela estava com os filhos dormindo em um quiosque, cujos donos são conhecidos da mulher, após passar o sábado na praia. A mãe explicou que as taxas de transportes por aplicativo estavam muito altas, então resolveu ficar no local e ir embora de manhã cedo. Por volta das 5h, a criança sumiu.

A irmã mais nova da criança teria informado para a mãe que Anielle teria sido convidada a sair com um homem em uma bicicleta e ela não quis ir com a irmã. Depois disso, a menina não apareceu mais.

Ainda conforme informações da delegada Luisa Correia, algumas testemunhas ainda estão sendo procuradas para fornecer mais informações sobre o caso.

Até as 6h10 desta quarta-feira, o suspeito de matar Anielle Teixeira não havia sido localizado. A Polícia Civil informou que a prisão preventiva do suspeito, já identificado e reconhecido pela mãe da adolescente, deve ser decretada ainda nesta quarta-feira.

De Olho no Cariri

G1 PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1