Quase 70 mil doses de vacinas contra Covid-19 chegam à Paraíba nesta segunda e quarta-feira

Nesta segunda (06) e quarta-feira (08), a Paraíba receberá 69.540 doses de vacinas contra Covid-19. A informação foi repassada pelo secretário de Estado da Saúde, Geraldo Medeiros.

Cerca de 26.910 doses da Pfizer estão previstas para chegar nesta segunda-feira (06),  no Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto, na Região Metropolitana de João Pessoa, às 15h.

Ainda segundo o secretário, chegam 45.60 doses da Pfizer/Biontech, às 15h da quarta-feira (08).

Até este domingo (05), foi registrado no sistema de informação SI-PNI a aplicação de 3.520.115 doses. Até o momento, 2.497.013 pessoas foram vacinadas com a primeira dose e 1.040.349 completaram os esquemas vacinais onde 977.901 tomaram as duas doses e 62.448 utilizaram imunizante de dose única.

A Paraíba já distribuiu um total de 4.026.990 doses de vacina aos municípios.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1