Paraíba mantém duas cidades com bandeira laranja e 142 têm taxa de transmissão acima de 1,0

O último mapeamento por bandeiras, divulgado no último sábado e que passa a valer nesta segunda-feira (6), mostra que a Paraíba mantém apenas duas cidades com bandeira laranja: Cacimba de Areia e Santa Inês. As demais, 221, estão sob a bandeira amarela, com restrições mais brandas com relação à pandemia.

O cenário de cores é o mesmo da classificação anterior. No entanto, na nota técnica divulgada junto com a classificação, a Secretaria de Estado Saúde alerta para o crescimento da taxa de transmissibilidade do coronavírus nos municípios paraibanos.

De acordo com o documento, 142 cidades (64%) já estão com taxas (Rt) superiores a 1,0. Na quinzena anterior eram 113 municípios (51%). Há um mês esse mesmo índice só era visto em 76 cidades (34%). O levantamento leva em consideração a média móvel dos últimos 14 dias.

“A tendência de crescimento do número de municípios paraibanos com Rt acima de 1,0 mostra-se sustentada e, por óbvio, preocupa, em especial ao se considerar o fato de que o Brasil e a região Nordeste já assistirem à circulação comunitária da nova variante de atenção (Delta) do novo coronavírus”, alerta a nota técnica.

De Olho no Cariri

G1 PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1