Preço do gás de cozinha sobe na Paraíba a partir desta quinta-feira, diz sindicato

O preço do botijão de gás de cozinha vai subir pela oitava vez este ano, na Paraíba. Segundo o Sindicato de Revendedores de Gás GLP, esse é o oitavo aumento no preço do insumo apenas neste ano. O reajuste já passa a valer nesta quinta-feira (2).

Para o consumidor final, o reajuste deve representar um aumento de R$ 7,00 a R$ 10,00 no preço do gás de cozinha. Para pagamentos à vista, o valor deve ficar em R$ 105,00, e para pagamentos à prazo, R$ 110,00.

O aumento não vem da Petrobras, mas sim do dissídio coletivo da categoria, para cobrir os custos da revenda, causados pela inflação e pelo aumento no salário dos funcionários.

A previsão é de que um novo aumento, dessa vez vindo da Petrobras, seja anunciado em até 10 dias, ainda neste mês de setembro.

De Olho no Cariri

Com G1 PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1