Paraíba confirma 25 casos da variante Delta do novo coronavírus

A Paraíba confirmou 25 casos de infecção pela variante Delta do novo coronavírus, segundo informou a Secretaria de Estado da Saúde, nesta terça-feira (31).

Ao todo, 27 amostras foram analisadas pela Fiocruz, sendo 22 com a variante Delta e mais 3 com mutações da variante Delta, sendo a AY.1 e a AY.22.

As cidades de origem dos casos de infecção pela variante ainda não foram divulgadas.

A SES também não informou ainda se a variante provocou alguma morte no estado.

Atualmente, a Paraíba tem 433.170 casos confirmados de contaminação e 9.182 mortes causadas pelo novo coronavírus.

A ocupação de leitos de UTI em todo o estado é de 18%. Na região metropolitana de João Pessoa, 13% dos leitos de UTI para adultos estão ocupados. Em Campina Grande, o mesmo setor tem taxa de 28%. No Sertão, 17% dos leitos de UTI estão ocupados.

De Olho no Cariri 

G1 PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1