Prefeito Éden Duarte assina ordem de serviço para iluminação pública

O prefeito Éden Duarte, assinou recentemente a Ordem de Serviço para investimento de meio milhão de reais na iluminação pública do município de Sumé.

Nesta ordem de serviço estão incluídas as substituições de equipamentos e lâmpadas, instalação de novos postes, em ruas já pavimentadas e a serem pavimentadas e substituição dos postes de grande porte nas ruas: do calçadão, Augusto Santa Cruz, Sizenando Rafael e na avenida primeiro de abril que ainda receberá mais postes.

Segundo Éden, estes postes são bem antigos, de difícil acesso para reparos e apresentam risco de desabar. Por isso, serão os primeiros a serem substituídos. Além disso, “já substituímos toda a iluminação da cidade por lâmpadas de led, mais eficientes e duradouras”, acrescentou o prefeito.

Ascom PMS/ Foto: Jucinaldo Wanderley 

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1