34,8% dos paraibanos consideram péssimo o trabalho do presidente Jair Bolsonaro no combate à pandemia do coronavírus

Na pesquisa Arapuan/Opinião, 34,8% dos paraibanos entrevistados consideraram péssimo o trabalho do presidente Jair Bolsonaro no combate à pandemia do coronavírus. Os números foram divulgados pelo Sistema Arapuan nesta segunda-feira (30).

Foi feita a seguinte pergunta e alcançados os seguintes resultados:

Na sua opinião, como o (a) Sr. (a) avalia o trabalho realizado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, no combate à pandemia (Covid-19/CoronaVírus)?

Péssimo trabalho de combate a pandemia – 34,8%

Razoável trabalho de combate a pandemia – 28,4%

Bom trabalho no combate a pandemia – 16,6%

Ruim trabalho de combate a pandemia – 11,4%

Excelente trabalho de combate a pandemia – 5,5%

Não sabem/Não responderam – 3,3%

Pesquisa Arapuan/Opinião

Essa pesquisa tem valor científico e é reflexo do momento. O levantamento foi feito pelo Instituto Opinião e trouxe, com exclusividade, números do cenário político e eleitoral da Paraíba a um ano das eleições. Foram ouvidas 2 mil pessoas entre os dias 23 e 26 de agosto deste ano em todas as regiões do estado (80 municípios) e tem como margem de erro 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Os resultados também serão divulgados pela TV Arapuan, nos programas Rede Verdade, às 13h30, e no Frente a Frente, às 21h30 de hoje. A Rádio Arapuan FM tem como prefixo a FM 95,3, de João Pessoa; FM 107.3, de Campina Grande; FM 93.9, de Patos; e FM 98.5, de Cajazeiras.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1