Paraíba recebe mais de 53 mil novas doses de vacina contra Covid-19 nesta segunda e terça-feira

A Paraíba recebe 53.560 mil novas doses de vacina contra Covid-19, nesta segunda (30) e terça-feira (31). A informação foi confirmada pela Secretaria de Saúde.

A previsão é de chegada de 21.060 doses da Pfizer às 15h no Aeroporto Castro Pinto, na Grande João Pessoa, nesta segunda-feira (30). Ainda segundo a Secretaria, 32,5 mil doses da AstraZeneca devem chegar às 01h10 da terça-feira (31).

Neste domingo (29), foi registrado no sistema de informação SI-PNI a aplicação de 3.361.163 doses. Até o momento, 2.402.145 pessoas foram vacinadas com a primeira dose e 959.018 completaram os esquemas vacinais onde 896.676 tomaram as duas doses e 62.342 utilizaram imunizante de dose única. A Paraíba já distribuiu um total de 3.899.890 doses de vacina aos municípios.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1