Prefeitura de Sumé firma parceria com a UEPB para estudos de sítios arqueológicos no município

O prefeito Éden Duarte participou de uma reunião na última quinta-feira (26), na reitoria da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), para a assinatura de um convênio sobre estudos de sítios arqueológico de Sumé.

O encontro aconteceu no gabinete da reitora professora, Célia Regina Diniz, e contou também com a participação da equipe da Secretaria Municipal de Cultura, Esportes e Turismo (Secult), representada pelo secretário, Rivaldo Oliveira (Branco Xiliu), a diretora e o chefe do Departamento de Cultura, respectivamente, Paula Wêndia e Júnior Barros, além da primeira dama do município, Tanniery Lêla e dos professores da UEPB, Juvandi de Sousa Santos e Luciano Albino (chefe de gabinete da reitora).

Desenvolvido pela Secult, o convênio “Levantamento e o resgate das riquezas arqueológico-paleontológicas” será implementado no município por meio de estudos, escavações e um trabalho de educação patrimonial realizado junto a professores e alunos. O professor do laboratório de arqueologia e paleontologia da UEPB, Jurandir de Sousa Santos, será o responsável, junto a Secult, por tentar identificar e registrar as ocorrências catalogadas no projeto para em seguida enviá-las aos órgãos competentes.  Nos próximos 15 dias, ele estará em Sumé com esse objetivo.

De acordo com Paula Wêndia, o estudo justifica-se pelo fato de o município ter um grande potencial a ser explorado nessa área. Para além disso, está também um forte desejo do prefeito Éden, em garantir um estudo aprofundado sobre a história e as riquezas culturais de Sumé, de modo que preserve o patrimônio local, potencialize o turismo e multiplique conhecimentos entre alunos, professores e a sociedade em geral, cumprindo assim, mais uma promessa de governo.

A reitora da UEPB, Célia Diniz, expressou sentimentos de felicidade e gratidão em poder contribuir com um projeto que, segundo ela, vai enriquecer a história cultural não só de Sumé, mas de toda a Paraíba. “Para nós é um prazer receber o prefeito de Sumé Éden e toda a sua equipe aqui na UEPB, para que possamos contribuir com um trabalho de resgate da história e da cultura do povo de Sumé, levando pesquisa, extensão, ensino e cultura em sítios arqueológicos da região”, declarou.

Célia Diniz disse ainda que as portas da UEPB estão sempre abertas para outras parcerias com a prefeitura que envolvam áreas como, docentes, técnicos administrativos e discentes. Do mesmo modo Éden retribuiu o bom acolhimento dizendo que estava muito feliz em realizar uma parceria com uma instituição tão creditada como a UEPB, que só vem chancelar ainda mais um projeto muito importante para o desenvolvimento cultural do município e da região.

O professor Juvandi enalteceu o apoio da gestão e da comunidade para a realização de um projeto que conta a vida e a história da pré-história local, uma vez que muitas dessas ocorrências não estão disponíveis nos registros dos livros didáticos.

Após a assinatura do termo de parceria entre as instituições, a UEPB encaminhará o convênio em questão para avaliação do (Iphan) – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Logo após esses trâmites, começarão as escavações dentro da cidade.

Ao final do convênio, será entregue uma cartilha com todas as informações de turismo do município, apontando o georreferenciamento das ocorrências catalogadas.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1