Preço do gás de cozinha deve ultrapassar R$ 100 a partir de setembro na Paraíba

O preço do gás de cozinha vai superar a casa dos R$ 100 na Paraíba a partir do mês de setembro. É que as distribuidoras vão inserir na revenda do produto o valor respectivo ao dissídio para a categoria.

Esse reajuste é anual e leva em consideração a somatória de outros aumentos, como energia, folha de pessoal e reajustes internos.

O presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás da Paraíba, Marco Antônio, informou que ainda aguarda o repasse para saber qual será o impacto no estado. A previsão é de que esse aumento gire entorno de R$ 6,00.

Ainda para o mês de setembro, é esperado um novo acréscimo no preço do gás por parte da Petrobras.

Atualmente, o produto é vendido em média por R$ 95,00. Com as novas tarifas, o valor vai superar R$ 100.

De Olho no Cariri 

Mais PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1