Tarifa de energia vai ficar 5,77% mais cara em residências atendidas pela Energisa Paraíba

A energia elétrica na maior parte da Paraíba vai ficar 5,77% mais cara para os consumidores residenciais. O reajuste passa a valer a partir de sábado (28) depois que o reajuste programado anual foi aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

A autorização de reajuste foi concedida à Energisa Paraíba, que atende 216 municípios paraibanos e aproximadamente 1,4 milhão de unidades consumidoras.

Haverá reajuste também de 6,53% para unidades comerciais e de 9,09% para o setor de indústria.

A revisão foi aprovada pela Aneel porque, segundo a Agência, percebeu-se componentes financeiros apurados no processo tarifário atual e despesas relacionadas à aquisição de energia.

G1 PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1