Prefeitura de Coxixola inova e implanta a 1ª Clínica Municipal Veterinária da Paraíba

A cidade de Coxixola agora é a primeira na Paraíba a contar com uma Clínica Municipal Veterinária. Fruto de uma ideia do prefeito Nelsinho e da primeira dama Dayanna Azevedo, a clínica foi implementada com recursos próprios e garantirá atendimento gratuito a gatos e cachorros de estimação, e especialmente, os de rua.

A Prefeitura de Coxixola implantou um projeto amplo e bastante inovador. Reestruturou e equipou uma antiga ambulância do município, que já estava sem uso, e fez um carro resgate. Esse veículo é utilizado para recolher os animais e levá-los, à clínica ou a um ponto de apoio para sua permanência.

No caso dos animais de rua, eles são tratados de qualquer doença que tiverem, fazem a cirurgia de castração e serão posteriormente colocados para adoção. Os animais de estimação da população coxixolense também terão atendimentos gratuitamente. A clínica contará com a atuação do médico veterinário Dr. Gregório Cordeiro.

O prefeito Nelsinho destacou que para a iniciativa foram investidos mais de 20 mil de recursos próprios. O valor foi destinado desde a reforma do prédio à aquisição de equipamentos de ponta e medicamentos. “Temos uma clínica com equipamentos, que não deixam a desejar a nenhuma clínica veterinária particular de nossa região”, destacou o gestor, que lembrou ainda que serão construídos canis e um espaço mais adequado para a recepção de animais de rua.

“A ideia partiu de um sentimento humanitário. Pensávamos em dar dignidade aos animais que vivem abandonados e no decorrer do projeto vimos que poderíamos produzir um serviço importante para toda a população, que possui e cuida de seus animais de estimação. Estou feliz com o resultado do projeto e vamos trabalhar para melhorar cada vez mais esse serviço”, destacou o prefeito Nelsinho.

Ascom

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1