Paraíba têm 15,24% da população vacinada contra Covid-19 e lidera entre os estados do Nordeste

A Paraíba tem 615.608 pessoas vacinadas com as duas doses ou a dose única, o que representa 15,24% da população do estado, até essa sexta-feira (16). Os dados foram divulgados pelo Consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde e deixa a Paraíba em primeiro no Nordeste.

Somente na primeira dose foram 1.501.141 vacinados, o que equivalem a 37,16% da população paraibana. Conforme dados, 562.093 tomaram as duas doses e 53.515 utilizaram imunizante de dose única. Ao todo, a Paraíba já recebeu do Programa Nacional de Imunização (PNI) 2.699.060 doses da Coronavac (Butantan), Astrazeneca (Fiocruz), Pfizer/Biontech e Janssen.

Até o momento, conforme o último boletim, a Paraíba totaliza 411.997 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios. Já foram realizados 1.086.104 testes para diagnóstico da Covid-19. Em relação aos óbitos, o Estado contabiliza 8.850 mortes. O boletim registra ainda um total de 284.508 pacientes recuperados da doença.

De Olho no Cariri

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1