Empresário caririzeiro recebe alta após sete meses hospitalizado por consequências do Covid-19

Após ser internado em dezembro de 2020 no Hospital Regional Santa Filomena, em Monteiro, e em seguida ser transferido para hospital da UNIMED, em João Pessoa, o empresário caririzeiro Edson Queiroz recebeu alta hospitalar neste domingo, 11.

Devido as graves consequências causadas ao longo dos 204 dias internos, dos quais 150 dias foram na UTI, Edson Queiroz permanecerá alguns dias na residência de familiares, em João Pessoa, e intensificará o tratamento fisioterápico com acompanhamento de outros profissionais médicos.

O longo período hospitalar do empresário que é natural da cidade de Monteiro, foi acompanhado por milhares de amigos e conterrâneos que diariamente usaram redes sociais para compartilhar informações do empresário.

De Olho no Cariri

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1