Prefeitura de São João do Tigre oferece curso sobre o cultivo de palma forrageira em parceria com o SENAR-PB

A Prefeitura Municipal de São João do Tigre continua buscando formas de incentivar a produção rural do município através da capacitação dos produtores entre outros mecanismos.

Na semana passada, a gestão ofereceu através de uma parceria com A SEDAP do Governo do Estado, via SENAR-PB, um curso sobre o cultivo de palma forrageira.

A capacitação foi realizada entre os dias 08 e 10 de Julho, e teve como instrutor o técnico  Ailton, e o técnico responsável Renne André, contando com uma grande participação.

“É mais uma parceria entre a Prefeitura Municipal de São João do Tigre e o SENAR PARAIBA, órgão do governo do estado ligado à secretaria de estado da agricultura que proporcionou orientações fundamentais sobre o manejo e cultivo da palma forrageira, uma das principais fontes de alimentação dos rebanhos de nossos criadores, o que foi de fundamental importância para o desenvolvimento desta cadeia produtiva em nosso município”, destacou o Prefeito Márcio Leite.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1