Secretário de saúde prevê aumento de casos na Paraíba e considera ‘temerário’ aglomerações

O secretário de Estado da Saúde, Geraldo Medeiros, considerou “temerário” a ocorrência de aglomerações durante o final de semana nas cidades de Campina Grande e Esperança, Agreste paraibano. Segundo ele, foram registrados vários casos de aglomerações em bares e restaurantes.

Apesar do Plano Novo Normal mostrar a inexistência de municípios em bandeira vermelha, a SES trabalha com a previsão de um incremento nos casos de Covid-19 entre o fim desta semana até a primeira quinzena de agosto.

No Sertão, pelo menos duas grandes festas foram encerradas pela polícia. A Polícia Militar encerrou uma festa clandestina que reunia mais de 200 pessoas em um sítio, com música ao vivo, estrutura de bar e estacionamento, na madrugada do domingo (11), na zona rural de Paulista, no Sertão da Paraíba. No evento, além de pessoas sem usar máscaras de proteção facial, a PM constatou também que o ambiente permitia a prática de dança entre os participantes.

Em São Bento, uma festa entrou pela madrugada do domingo (11), com a presença de mais de 1.000 pessoas, na zona rural da cidade de São Bento, no Sertão da Paraíba. O evento, chamado de “Apaga a Luz”, tinha som de paredão e pessoas inalando lança-perfume. Dezenove frascos do entorpecente foram apreendidos.

Mais PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1