Hospital de Clínicas Campina Grande passa três dias sem mortes por Covid-19

O Hospital de Clínicas Campina Grande chegou a passar 72 horas sem registrar nenhum óbito por conta da Covid-19 neste início de semana. A informação foi dada nesta terça-feira (06) pela assessoria do hospital que confirmou um óbito no final desta manhã. O diretor técnico da unidade, o médico Thyago Morais, avaliou a situação e pediu que a população continue seguindo as orientações sanitárias.

O HC dispõe de 110 leitos, divididos em 60 para UTI e 50 para Enfermaria. Desde o mês de dezembro, o hospital vinha mantendo ocupação acima de 80% e, em meses mais críticos como abril e maio, chegou a registrar 100% de ocupação. “Porém, nas últimas duas semanas ela caiu e ficou em torno de 50%. Hoje iniciamos o dia com ocupação em torno de 44% com a Covid-19”, acrescentou Morais.

Em relação à mortalidade, a taxa se manteve em torno de 19% e vem caindo. “A tendência de queda é reflexo do avanço da vacinação e das medidas restritivas tomadas pelo governo estadual no período junino”, avaliou.

Sobre o papel da população, o médico destacou que ela é crucial a luta. “À medida que a população tem essa conscientização e atente às medidas restritivas o caminho traçado é sucesso: vacina, distanciamento social, máscara e respeito às medidas restritivas. Dessa forma a gente se livra da pandemia”.

Mais PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1