Paraíba volta a se firmar entre os cinco estados que mais vacinam contra a Covid-19 no Brasil

A Paraíba voltou a se firmar entre os cinco estados que mais vacinam contra a Covid-19 entre todos os demais do país. O fato foi comemorado pelo governador João Azevêdo, durante o programa Conversa com o Governador, desta segunda-feira (5). O ritmo avançado de aplicação já chega a 1.834.443 doses.

“Voltamos a ser o quinto estado que mais imunizou contra a Covid-19. Queremos que a vacina avance em um ritmo forte para proteger o mais rápido possível a população”, disse.

Segundo dados do último boletim da Secretaria de Saúde, foi registrado no sistema de informação SI-PNI a aplicação de 1.834.443 doses. Até o momento, 1.305.081 pessoas foram vacinadas com a primeira dose e 529.362 completaram os esquemas vacinais, onde 529.362 tomaram as duas doses e 10.660 utilizaram imunizante de dose única. A Paraíba já distribuiu um total de 2.145.538 doses de vacina aos municípios.

O chefe do Executivo destacou ainda que desde a chegada de novas doses, na última quinta-feira, “já foram distribuídas mais de 100 mil doses da Pfizer, AstraZeneca. No domingo, foram mais de 65 mil doses de vacinas e recebemos mais de 54 mil doses”, reforçando a logística empreendida para distribuir os imunizantes em menos de 24h em todos os 223 municípios.

“A Paraíba demonstra de forma competente que recebe as doses e, através de aeronaves e de mais de 20 carros refrigerados, distribui aos municípios de forma ágil, todos os imunizante, para que apliquem as vacinas”, explicou.

O gestor também reforçou o alerta para que as secretarias de saúde sigam as orientações de registrar em tempo hábil o quantitativo vacinado constantemente no sistema do Ministério da Saúde. “Após a vacinação, os municípios devem cadastrar os dados no sistema do Ministério da Saúde, como o número de vacinas aplicadas, para que haja um monitoramento rápido da quantidade de pessoas imunizadas”, reforçou.

Click PB 

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1