PROMESSA CUMPRIDA! Prefeito Helder Trajano anuncia instalação de sistema de monitoramento de câmeras em São João do Cariri

O município de São João do Cariri agora conta com um moderno sistema de monitoramento de câmeras nas principais vias da cidade.

Mesmo não sendo uma responsabilidade do município em cuidar da segurança o prefeito Helder Trajano, após alguns acontecimentos, fez questão de autorizar a compra do sistema com recursos próprios.

O sistema de monitoramento além de inibir ações criminosas também contribui na investigação da polícia em casos de ocorrências na cidade.

A ação governamental era um pedido antigo da população local, que durante a campanha eleitoral o prefeito Helder Trajano se comprometeu em instalar câmeras de monitoramento na cidade e após seis meses, o jovem gestor pôde cumprir com mais uma das suas propostas de governo, realizando mais uma ação que irá contribuir com a segurança da população e da cidade.

De Olho no Cariri

Ascom

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1