No interior da Paraíba, Pai mata própria filha a tiros por não aceitar fim do casamento com ex-mulher

Uma mulher foi assassinada a tiros pelo próprio pai nessa quarta-feira (23), no sítio Santarém, município de São Sebastião de Lagoa de Roça, interior da Paraíba. O crime, segundo a polícia, foi motivado pela insatisfação do suspeito com o término do relacionamento com a ex-companheira, que ocorreu há cerca de uma semana.

Desde o fim do casamento, o suspeito fazia ameaças à ex-companheira e afirmava que iria tirar o que ela mais amava. Ontem, ele pediu um encontro com a mulher, mas o pedido foi recusado.

Ele então foi até a casa da ex-mulher e ao chegar ao local encontrou a filha mais velha, identificada como Maria Eduarda. Ela ainda tentou conversar com o pai, mas ele já chegou atirando. Ferida, a jovem faleceu no local.

O suspeito ainda perseguiu a ex-sogra, ameaçando atirar contra ela, mas não conseguiu. Logo após o crime, o homem tirou a própria vida.

De Olho no Cariri

Mais PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1