TURISMO: Mais quatro cidades do Cariri passam a integrar o projeto ‘Rota Cariri Cultural’

Apresentar ao público os atrativos turísticos do Cariri paraibano, movimentando e gerando novas oportunidades de negócio para toda a cadeia produtiva do segmento na região. Essa é a proposta da Rota Cariri Cultural, projeto criado em 2020 por empreendedores da região, a partir de uma capacitação realizada pelo Sebrae Paraíba. A rota, que já reunia os atrativos turísticos de quatro municípios do Cariri, passa a contar, a partir deste mês de junho, com roteiros de três novas cidades incluídas no projeto.  

Com a ampliação da Rota, que já contava com a participação dos municípios de Monteiro, Prata, Congo e Camalaú, o projeto passa a apresentar e divulgar, também, os principais atrativos turísticos das cidades de São Sebastião do Umbuzeiro, Caraúbas, Coxixola e Sumé. As novas opções de roteiros para essas cidades estão sendo elaboradas pelos participantes da segunda edição do curso voltado para condutores de turismo, que o Sebrae Paraíba está realizando na região.    

Conforme o consultor Ayron Kerlly, responsável pela capacitação, os novos roteiros estão em fase de conclusão. Eles serão apresentados e validados em uma reunião com gestores da Rota Cariri Cultural, prevista para ocorrer nas próximas semanas. Além da capacitação para os condutores de turismo, o Sebrae Paraíba também vai promover, durante o mês de julho, dentro das ações de planejamento estratégico da Rota Cariri Cultural, oficinas temáticas para empreendedores e secretários de turismo da região.  

Entre os temas que serão abordados nas oficinas, ministradas de forma on-line, estão a gestão de redes sociais, a produção de textos e a edição de imagens para dispositivos móveis. De acordo com a gerente regional do Sebrae Paraíba no Cariri, Madalena Arruda, o trabalho que a instituição vem realizando junto ao segmento de turismo contribui não só para o desenvolvimento sustentável dos pequenos negócios, como também para a melhoria da qualidade de vida na região. 

“Essas cidades caririzeiras têm todo um potencial na agricultura, pecuária, indústria e comércio, podendo integrar tudo isso através do turismo. São municípios que ainda tem muitas coisas para serem exploradas turisticamente, então estamos aproveitando seus potenciais naturais, nossas serras, formações rochosas, a gastronomia, o patrimônio histórico e as manifestações culturais. Com toda essa cadeia produtiva organizada, quem ganha não é só o nosso povo, mas os empreendedores locais. Quando eles são fortalecidos, a sociedade e o seu território também são fortalecidos”, explicou a gerente.  

Conheça o Cariri – Para conhecer mais informações sobre a Rota Cariri Cultural e os municípios envolvidos, o público pode acessar o endereçohttp://rotacariricultural.com.br/. No site, é possível encontrar sugestões de roteiros, locais para hospedagem e alimentação, a história das cidades, além de contatos úteis para os turistas que desejam conhecer as belezas e as tradições do Cariri paraibano.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1