João Azevêdo anuncia novo Hospital de Clínicas para CG e revela que aceita convite para reunião com Bruno

O governador João Azevêdo (Cidadania) anunciou nesta quarta-feira (09) a construção do novo Hospital de Clínicas em Campina Grande, onde o gestor cumpre agenda administrativa até o início da noite.

“Nós queremos construir uma sede própria. Aquele hospital onde estamos é alugado e exigiria investimentos maiores para que tornasse o hospital como nós queremos, que é o um hospital para realizar todas as cirurgias eletivas e também uma maternidade para atender toda complexidade da região. Hoje vou visitar um terreno para que possamos construir esse novo hospital em Campina”, disse João.

O Hospital de Clínicas é referência para tratamento da Covid-19 na 2ª Macrorregião de saúde do Estado. Ainda em Campina, João vai anunciar o serviço de hemodinâmica no Hospital de Emergência e Trauma do Município Dom Luiz Gonzaga.

Ao visitar obras na Rainha da Borborema pela manhã, Azevêdo disse que ainda não recebeu pedido de audiência de reunião com o prefeito Bruno Cunha Lima (PSD), mas que irá atender o pleito.

“Assim que chegar o ofício marcaremos. Eu tenho certeza que qualquer gestor tem interesse de fazer o melhor para população, eu sou governador dos 223 municípios. Se a pauta for de interesse da população, estaremos prontos para ajudar na medida do possível”, afirmou.

De Olho no Cariri

Com Mais PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1