PSDB sofre baixa no Cariri e prefeito de Zabelê anuncia apoio à gestão do governador João Azevêdo

O governador João Azevêdo (Cidadania) recebeu a adesão do prefeito de Zabelê, Dalyson Neves, do PSDB. Os gestores se reuniram nesta terça-feira (26), ocasião em que o apoio político e administrativo foi oficializado.

No encontro, o governador João Azevêdo e o prefeito Dalyson Neves discutiram investimentos para o município que se destaca no cenário paraibano pela riqueza do artesanato e terá implantada este ano uma Escola Cidadã Integral (ECI).

O chefe de gabinete do Governo, Ronaldo Guerra, destacou que a adesão de Dalyson Neves irá ampliar as ações administrativas e fortalecer as parcerias entre estado e município. “É com muita alegria que recebemos hoje o apoio do prefeito Dalyson que tem um trabalho reconhecido pela população e que se junta a nós nessa grande missão de construir um município e um estado cada vez mais desenvolvido, sob a condução do governador João Azevêdo”, disse.

Dalyson Neves foi reeleito prefeito de Zabelê nas eleições de 15 de novembro do ano passado, com 68,42% dos votos válidos.

O deputado estadual Inácio Falcão, o ex-candidato a prefeito do município, Sessé Fumeira, e o secretário de Agricultura, Zezinho de Joca, estiveram presentes também no encontro.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1