Famup pede apoio para votação de Lei que destina R$ 4 bilhões​​ para ajudar municípios a enfrentar pandemia da Covid-19

Com um acumulado em queda de quase 11% de recursos destinados aos municípios da Paraíba em consequência do isolamento social causado pela covid-19, e com uma estimativa ainda mais difícil para 2021, a Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup) pede apoio para a votação de urgência do Projeto de Lei nº. 4292/2020 que destina, ainda em 2020 e em parcela única, R$ 4 bilhões para ações emergenciais destinadas ao reforço do Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

De acordo com George Coelho, presidente da Famup, dialogar com a bancada federal paraibana no Congresso Nacional é um desafio que representa o futuro dos municípios. “É preciso que a Câmara dos Deputados coloque em pauta esse projeto que é importante para todo o Brasil, sobretudo para os municípios que ainda lutam contra o coronavírus”, afirmou.

O projeto irá financiar os serviços de acolhimento e atendimento de pessoas em situação de rua, mulheres vítimas de violência, idosos, pessoas com deficiência, imigrantes e pessoas em vulnerabilidade temporária, entre outros, em decorrência principalmente da pandemia de Covid-19.

Foi criado o site https://votasuas.com.br para intensificar a mobilização em torno da aprovação do Projeto voltado ao Plano Emergencial do Sistema Único de Assistência Social. Lá é possível encontrar o posicionamento atual dos 513 deputados/deputadas federais, em relação ao projeto, além de um abaixo-assinado de apoio e acesso a um grupo de WhatsApp criado também para debater e articular formas de mobilização para levar o PL 4292/20 para votação.

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu condenar, por 7 votos a 3, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) a um ano de detenção, mais multa de R$ 80 mil, por ter difamado a deputada Tabata Amaral (PSB-SP).

O julgamento foi realizado em plenário virtual, prevalecendo ao final o entendimento do relator, ministro Alexandre de Moraes.

O caso está relacionado a publicações nas redes sociais feitas por Eduardo em outubro de 2021, quando ele afirmou que Tábata atendia aos interesses do empresário Jorge Paulo Lehmann, sócio de uma marca de produtos de higiene, ao defender um programa de distribuição de absorventes.

Moraes acatou os argumentos dos advogados da deputada, entendendo que as manifestações de Eduardo, feitas quando ele também era deputado, foram além do simples debate político e não poderiam estar protegidas pela imunidade parlamentar, pois feriram a honra de Tabata.

O relator foi acompanhado por Cármen Lúcia, Flávio Dino, Cristiano Zanin, Edson Fachin, Gilmar Mendes e Dias Toffoli. Ficaram vencidos os ministros Luiz Fux, Nunes Marques e André Mendonça, que votaram pela absolvição.

Desde fevereiro de 2025, Eduardo Bolsonaro encontra-se nos Estados Unidos, para onde diz ter ido para se proteger do que chama de “perseguição” jurídica no Brasil. O ex-deputado teve concedido um greencard (permissão de residência) pelo governo norte-americano. Ele acabou sendo cassado pela Câmara por excesso de faltas.

De Olho no Cariri

Com Agência Brasil