Governador João Azevêdo autoriza a promoção de mais de 200 policiais militares na Paraíba

O governador João Azevêdo autorizou o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Euller Chaves, a promover mais 203 policiais militares, desta vez para a graduação de cabos. A lista com o nome dos promovidos foi divulgada no Boletim Geral da Corporação, na noite dessa sexta-feira (23). A ascensão profissional acontece depois dos policiais terem concluído o Curso de Habilitação de Cabos (CHC) com cerca de 122 horas-aulas, e cumprirem o tempo de serviço exigido.

O comandante-geral da PM, coronel Euller, ressaltou que, apesar do momento ser de dificuldade, a promoção vem para reconhecer o trabalho desempenhado e valorizar o efetivo da corporação que tem comportamento disciplinar adequado. “Esse é um momento de renovação de responsabilidades para mais de 200 homens e mulheres que são verdadeiros pacificadores sociais na Paraíba. Agradecemos ao governador João Azevêdo a sensibilidade e confiança pela autorização da promoção, e destacamos que isso traz motivação e novos desafios para os recém-promovidos, durante a prestação de um serviço público cada vez melhor”, destacou o comandante.

Os policiais promovidos são de vários batalhões do Estado, que passam a graduação de cabos. Com os números desta sexta-feira, sobem para 1.921 as promoções desde 2019, entre oficiais e praças.

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O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu condenar, por 7 votos a 3, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) a um ano de detenção, mais multa de R$ 80 mil, por ter difamado a deputada Tabata Amaral (PSB-SP).

O julgamento foi realizado em plenário virtual, prevalecendo ao final o entendimento do relator, ministro Alexandre de Moraes.

O caso está relacionado a publicações nas redes sociais feitas por Eduardo em outubro de 2021, quando ele afirmou que Tábata atendia aos interesses do empresário Jorge Paulo Lehmann, sócio de uma marca de produtos de higiene, ao defender um programa de distribuição de absorventes.

Moraes acatou os argumentos dos advogados da deputada, entendendo que as manifestações de Eduardo, feitas quando ele também era deputado, foram além do simples debate político e não poderiam estar protegidas pela imunidade parlamentar, pois feriram a honra de Tabata.

O relator foi acompanhado por Cármen Lúcia, Flávio Dino, Cristiano Zanin, Edson Fachin, Gilmar Mendes e Dias Toffoli. Ficaram vencidos os ministros Luiz Fux, Nunes Marques e André Mendonça, que votaram pela absolvição.

Desde fevereiro de 2025, Eduardo Bolsonaro encontra-se nos Estados Unidos, para onde diz ter ido para se proteger do que chama de “perseguição” jurídica no Brasil. O ex-deputado teve concedido um greencard (permissão de residência) pelo governo norte-americano. Ele acabou sendo cassado pela Câmara por excesso de faltas.

De Olho no Cariri

Com Agência Brasil