Escolas particulares da Paraíba se preparam para voltar com aulas presenciais em setembro, mas novos protocolos ainda serão discutidos e decisão caberá ao Estado

O retorno das aulas presenciais, pós isolamento social, tem ganhado destaque nos últimos dias em virtude da volta do funcionamento de algumas atividades econômicas. Se por um lado, o Sindicato das Escolas Particulares de João Pessoa garante que as unidades de ensino estão prontas para receber os estudantes com segurança em setembro, por outro, um protocolo oficial, que foi elaborado pela Secretaria de Estado da Educação e da Ciência e Tecnologia, ainda será discutido na próxima terça-feira (28) no Conselho Estadual de Educação. A decisão, no entanto, caberá ao Governo do Estado, determinar a data de retorno das aulas presenciais.

Segundo o presidente do Sindicato das Escolas Particulares de João Pessoa, Odésio Medeiros, as unidades de ensino se prepararam para atender os alunos diante dessa nova realidade, que é a pandemia. “As escolas estão aptas a abrir suas portas com toda segurança e seguindo as orientações da Secretaria de Saúde, da Prefeitura e do Governo do Estado. O que ocorre é que o coronavírus ainda está em ascendência na Paraíba e é temerário começar porque não estamos ainda curados da pandemia”, afirmou.

A abertura das escolas, segundo Medeiros, dependerá da decisão das gestões municipal e estadual. “Segundo vi uma entrevista do prefeito que seria em setembro”, frisou, destacando que nas escolas haverá termômetro na entrada, higienização dos espaços, o uso de máscaras e funcionários e alunos orientados a manter distanciamento social. Nesse período de pandemia, o presidente do Sindicato, revelou que as escolas de menor porte tiveram que demitir funcionários porque não tinham como arcar com os custos, já que muitos pais e responsáveis não tinham como pagar as mensalidades.

Click PB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu condenar, por 7 votos a 3, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) a um ano de detenção, mais multa de R$ 80 mil, por ter difamado a deputada Tabata Amaral (PSB-SP).

O julgamento foi realizado em plenário virtual, prevalecendo ao final o entendimento do relator, ministro Alexandre de Moraes.

O caso está relacionado a publicações nas redes sociais feitas por Eduardo em outubro de 2021, quando ele afirmou que Tábata atendia aos interesses do empresário Jorge Paulo Lehmann, sócio de uma marca de produtos de higiene, ao defender um programa de distribuição de absorventes.

Moraes acatou os argumentos dos advogados da deputada, entendendo que as manifestações de Eduardo, feitas quando ele também era deputado, foram além do simples debate político e não poderiam estar protegidas pela imunidade parlamentar, pois feriram a honra de Tabata.

O relator foi acompanhado por Cármen Lúcia, Flávio Dino, Cristiano Zanin, Edson Fachin, Gilmar Mendes e Dias Toffoli. Ficaram vencidos os ministros Luiz Fux, Nunes Marques e André Mendonça, que votaram pela absolvição.

Desde fevereiro de 2025, Eduardo Bolsonaro encontra-se nos Estados Unidos, para onde diz ter ido para se proteger do que chama de “perseguição” jurídica no Brasil. O ex-deputado teve concedido um greencard (permissão de residência) pelo governo norte-americano. Ele acabou sendo cassado pela Câmara por excesso de faltas.

De Olho no Cariri

Com Agência Brasil