Secretário afirma que flexibilização em CG e Cabedelo vai gerar reflexos em 15 dias

O secretário de Saúde do Estado, Geraldo Medeiros afirmou que algumas cidades, como Cabedelo e Campina Grande, estão “relaxando mais do que deveriam”, pois têm a bandeira laranja e estão flexibilizando o isolamento social com a reabertura do comércio em lojas, shoppings e galerias.

Ele lembrou que cidades como Belo Horizonte e Brasília flexibilizaram o isolamento de forma precoce e pouco tempo depois apresentaram um grande aumento no número de casos da Covid-19, prejudicando, além da população, o comércio local.

Geraldo ainda frisou, durante entrevista a uma emissora de rádio local, que Cabedelo não possui estrutura hospitalar para comportar possíveis novos casos e pode gerar superlotação na rede hospitalar de João Pessoa.

Ele considerou que Campina Grande está reabrindo shoppings, lojas e galerias quando deveria estar apenas com os serviços essenciais em funcionamento, de acordo com a recomendação da bandeira laranja.

– Cabedelo não tem estrutura nenhuma hospitalar e vai sobrecarregar João Pessoa, que está em uma situação cômoda. Mesma coisa Campina Grande, que a Prefeitura flexibilizou além do que determina a bandeira laranja, que era somente para serviços essenciais, e com isso, infelizmente teremos o reflexo daqui a quinze dias com o maior número de casos e, consequentemente, o maior número de mortes – colocou.

PB Online

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A respeito do Inquérito Civil Público instaurado pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) para apurar suposto uso de alimentos da merenda escolar na Escola José Bonifácio de Andrade, localizada no Distrito de Pio X, a Prefeitura Municipal de Sumé esclarece que, no mês de fevereiro do corrente ano, a Secretaria de Obras designou dois servidores efetivos para se deslocarem da sede administrativa até a referida unidade escolar. A missão dos trabalhadores visava realizar reparos estruturais necessários, bem como proceder à análise técnica para a instalação de equipamentos e outras melhorias na infraestrutura do prédio.

Como os serviços executados demandaram dois dias consecutivos de trabalho e a unidade fica distante 30 quilômetros da sede do município, ficou previamente acordado que os profissionais poderiam realizar suas refeições na própria escola. A medida foi adotada para otimizar o tempo de execução das benfeitorias, evitar transtornos à rotina de alunos e professores, e dispensar o deslocamento duplo de ida e volta ao longo do dia.

A Prefeitura de Sumé reitera que a merenda escolar é destinada prioritariamente aos estudantes, premissa seguida à risca em toda a rede municipal. As refeições ofertadas aos dois servidores restringiram-se exclusivamente às sobras da merenda escolar, ou seja, foram consumidas apenas após todos os alunos da unidade terem se alimentado satisfatoriamente, sem nenhum prejuízo ou comprometimento da alimentação diária dos estudantes.

Vale ressaltar que, como a situação envolveu tão somente o aproveitamento de excedentes, sem gerar acréscimos ou necessidade de novos insumos, não houve qualquer necessidade de ressarcimento por parte da Secretaria Municipal de Obras. O quantitativo de merenda destinado à unidade é suficiente para atender com plenitude a todos os alunos matriculados.

Por fim, a gestão municipal reforça seu compromisso com a transparência e informa que todas as listas, documentos de repasses financeiros, registros de alimentos recebidos nos meses de fevereiro e março de 2026 e quantitativos de alunos atendidos foram integralmente entregues ao Ministério Público a época e dentro do prazo solicitado, juntamente com todos os esclarecimentos pertinentes ao caso.

Assessoria