Justiça determina sequestro de mais de R$ 20 milhões nas contas de Ricardo Coutinho e mais oito investigados na Operação Calvário

O juiz José Guedes Cavalcanti Neto deferiu pedido do Ministério Público da Paraíba para sequestrar bens de investigados na Operação Calvário. Mais de R$ 20 milhões devem ser sequestrados das contas de nove investigados, incluindo o ex-governador Ricardo Coutinho.

Além de Ricardo Coutinho, a decisão atinge também Waldson de Souza, Ney Suassuna, Fabrício Suassuna, Aracilba Rocha, Edmon Gomes da Silva Filho, Saulo de Avelar Esteves, Gilberto Carneiro da Gama e Sidney da Silva Schmid.

Eles são acusados de fazer parte de uma organização criminosa responsável pela prática de crimes contra a Administração Pública, causando prejuízo financeiro à Fazenda Pública Estadual.

Pelos depoimentos em colaboração de um dos integrantes do grupo, havia repasse mensal de valores para cada participante da organização e essa situação perdurou por muitos anos.

Veja os valores que serão sequestrados de cada investigado:

De acordo com a decisão, se os valores não forem encontrado nas contas dos investigados, haverá o bloqueio de veículos e sequestro de imóveis até o limite dos valores.

De acordo com o Ministério Público, esses são os valores que teriam sido desviados e o bloqueio desses bens visa garantir que possa haver o ressarcimento posterior desses danos.

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) deferiu, nesta quarta-feira (30), por unanimidade, o registro da candidatura de Matheus Lucena (PDT) à primeira suplência do senador Veneziano Vital (MDB).

Favorável ao deferimento, a relatora do processo, Giovanna Mayer, desconheceu o recurso impetrado pela defesa do candidato a deputado estadual Sávio Salvador (PDT).

Sávio questionava uma decisão deferindo o registro de candidatura de Matheus Lucena. No entanto, a defesa do MDB, representada pelo advogado Matheus Moura, alegou que ele não tinha legitimidade para recorrer, pois não impugnou o registro.

O MPE e os demais desembargadores seguiram o entedimento da defesa. O TRE-PB, de maneira unânime, rejeitou o recurso.

DE OLHO NO CARIRI

Com MaisPB