EM JUAZEIRINHO: Carro invade contramão e provoca acidente envolvendo carro de Prefeitura

Um acidente ocorrido neste sexta-feira (7) a noite, na BR 230 no Distrito Industrial da Barra, município de Juazeirinho, envolveu um veículo modelo Ford Ka da Prefeitura de Igaracy, Sertão paraibano, placas: QSG -4276/PB e um Fiat Uno, placas: KGT – 2685 – LAGOA SECA/PB.

De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o motorista do Uno, teria sido o responsável por cometer o acidente, haja vista que invadiu a contramão e bateu no Ford Ka da Prefeitura de Igaracy, que trafegava em sentido contrário, com destino ao Sertão, quando foi atingido de frente violentamente.

Após provocar a colisão frontal, o motorista do Uno tentou imprimir fuga do local do acidente. No entanto, como o veículo ficou com a frente completamente destruída, ele fugiu a pé.

Já o motorista do Ford Ka permaneceu no local a espera da PRF para registro da ocorrência.

O Ford Ka, que teve a frente destruída devido a batida, ficou atravessado em uma das faixas da rodovia e os inspetores colocaram cones para orientar o trânsito.

Apesar da forte batida, nenhum passageiro ficou ferido.

De Olho no Cariri

Heleno Lima

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1