Paraíba tem 52 casos de sarampo confirmados em 2019; 4 casos são na região do Cariri

Foram confirmados 52 casos de sarampo de janeiro até 14 de dezembro, na Paraíba, de acordo com boletim epidemiológico divulgado nesta sexta-feira (20) pela Secretaria de Estado da Saúde (SES). Segundo o levantamento, foram notificados 331 casos suspeitos de sarampo, em 81 dos 223 municípios.

Na região do Cariri, 04 casos de sarampo foram confirmados nos municípios de Barra de São Miguel, com 03 casos e no Congo, com 01 caso confirmado, de acordo com informações repassadas pela Secretaria de Saúde da Paraíba.

De acordo com o boletim, do total de notificações, 52 casos (15,7%) foram confirmados, sendo 183 descartados ( 55,3%) e 96 em investigação (29%). Dos 81 municípios com notificação de casos suspeitos, 17 apresentaram confirmação de casos.

Ainda segundo o boletim, dos casos confirmados, 18 são em crianças menores de cinco anos e 11 em adultos jovens de 20 a 29 anos, que respondem por 55,8% do total de casos confirmados levando em consideração a faixa etária.

O sarampo é uma doença infecciosa, transmissível e extremamente contagiosa, podendo evoluir com complicações e mortes, particularmente em crianças desnutridas e menores de um ano de idade, de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde.

No que diz respeito à vacina tríplice viral, que protege contra o sarampo, caxumba e rubéola, o boletim aponta que dos 223 municípios paraibanos, apenas 157 (70,4%) apresentaram cobertura vacinal igual ou maior que 95%, até o mês de novembro. No entanto, a cobertura do Estado até outubro estava em 104,16%.

Casos confirmados de sarampo na Paraíba

  • Bananeiras- 1 caso
  • Barra de São Miguel- 3 casos
  • Bayeux- 3 casos
  • Cabedelo- 2 casos
  • Campina Grande- 4 casos
  • Conde- 1 caso
  • Congo- 1 caso
  • Guarabira- 1 caso
  • Imaculada- 1 caso
  • João Pessoa- 18 casos
  • Lagoa Seca- 1 caso
  • Mamanguape- 1 caso
  • Santa Cecília- 2 casos
  • Santa Cruz- 1 caso
  • Santa Rita- 4 casos
  • São Miguel de Taipu- 2 casos
  • Sousa- 6 casos

De Olho no Cariri

Com G1 PB

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A Prefeitura de Serra Branca, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, está com inscrições abertas para o Casamento Comunitário 2026, iniciativa que busca proporcionar a casais do município a oportunidade de oficializar sua união civil e realizar o sonho do casamento.

Nesta edição, serão disponibilizadas 15 vagas, com inscrições abertas entre os dias 6 de outubro e 4 de novembro de 2026. Os interessados deverão procurar a sede do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) de Serra Branca, responsável pelo recebimento das inscrições e orientações aos participantes.

A cerimônia coletiva de casamento civil está prevista para acontecer no dia 12 de dezembro de 2026, reunindo os casais contemplados em um momento especial de celebração, compromisso e fortalecimento dos vínculos familiares. Com o tema “O amor também é um direito”, a iniciativa reforça a importância de ampliar o acesso à formalização das uniões, reconhecendo o casamento civil como um instrumento de garantia de direitos e de segurança jurídica para as famílias.

Para participar, os casais deverão atender aos critérios estabelecidos pela organização. Entre as exigências está a inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) há mais de dois anos no município de Serra Branca. A idade mínima informada é de 16 anos, mediante autorização dos pais para os participantes nessa faixa etária.

No ato da inscrição, os interessados deverão apresentar documentos pessoais, incluindo RG, CPF, comprovante de residência, espelho do CadÚnico e certidões de nascimento originais. Para pessoas anteriormente casadas, também será necessária a apresentação da documentação correspondente à situação civil, como certidão de casamento com comprovação do divórcio ou certidão de óbito, conforme o caso. As testemunhas também deverão apresentar RG, CPF e comprovante de residência.

A realização do Casamento Comunitário integra as ações desenvolvidas pela Secretaria Municipal de Assistência Social voltadas ao fortalecimento dos vínculos familiares, à inclusão social e à ampliação do acesso a direitos fundamentais. Além da formalização civil, a proposta busca proporcionar aos participantes uma experiência significativa, valorizando suas histórias e transformando a celebração em um momento de reconhecimento e realização pessoal.

SECOM