Senado conclui votação da PEC paralela da Previdência

O plenário do Senado concluiu a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Paralela, alternativa criada por parlamentares para promover mudanças na reforma da Previdência — como possibilidade de Estados e municípios adotarem as novas regras de aposentadoria –, sem alterar a proposta principal sobre o tema, o que atrasaria sua tramitação.

O acordo fechado entre os senadores permitiu a quebra dos intervalos exigidos entre as duas rodadas de votação. Os senadores analisaram emendas pendentes do primeiro turno e já emendaram no segundo turno na noite desta terça-feira.

Em sessão iniciada com um processo de obstrução –resolvido com o acordo–, o plenário do Senado rejeitou emendas à PEC.

Apresentada pelo PT, a primeira delas foi derrubada por 41 votos a 29, e tentava assegurar que o benefício por incapacidade permanente equivalesse a 100% da média aritmética das contribuições.

O segundo destaque, do PROS, tratava de idade mínima para aposentadoria especial em atividades expostas a agentes nocivos à saúde, e também foi rejeitado pelo plenário, por 48 votos a 18.

O PSDB havia apresentado um destaque, retirado após o acordo que acelerou a votação. A emenda que gerou o acordo pretendia corrigir a falta de regras de transição para o cálculo de benefícios de benefícios de aposentadoria.

Com tramitação encerrada no Senado, a PEC ainda precisará tramitar pela Câmara dos Deputados.

Com G1

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Reeleito com 39.790 votos, o deputado estadual Michel Henrique (PP), em entrevista, nesta sexta-feira (9), voltou a reforçar sua posição contrária ao seu partido Progressistas na Paraíba, que declara apoiar Lula e que permanece com Flávio Bolsonaro para o segundo turno, próximo dia 25 de outubro, na eleição para presidente da República do Brasil.

“Do mesmo jeito que todo eleitor tem direito a ter seu posicionamento, eu também tenho. Eu tive votos de eleitores de ambos os lados. Não irei usar meu mandato para pedir a ninguém. Agora, eu como cidadão, tenho minha preferência, que é Bolsonaro. Irei reafirmar meu voto. Mas não usarei meu mandato para fazer campanha para quem quer que seja. Por vivermos na democracia, eu estou opinando como Michel eleitor”, explicou ao reforçar que sua decisão leva em conta o perfil diversificado de seu eleitorado na Paraíba.

Acerca das especulações em torno da possível postulação na disputa pela Prefeitura de João Pessoa para 2028, Michel disse estar pronto. “Eu amo a terra em que nasci, e estarei à disposição do meu partido, se assim o for, para mais essa missão, estarei à postos”, confirmou.

Michel, que anunciou, nesta sexta-feira (9), licença para dar a vez a suplente Silvia Benjamin, é filiado ao partido do governador reeleito Lucas Ribeiro aliado do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Eu sei da dificuldade de conseguir voto, eu pra chegar ao êxito tive muitas pessoas que nos ajudaram, e os suplentes são algumas dessas pessoas. Na vida ninguém faz nada só, até para a gente nascer, precisamos de pai e mãe. Então é assim na nossa vida também, foi um gesto de gratidão e de reconhecimento”, disse sobre sua licença de 121 dias, com retorno previsto para janeiro de 2027.

Com ClickPB