Vereadores de Gurjão autorizam crédito especial para o Executivo e aprovam vários projetos

Os vereadores de Gurjão estiveram reunidos em sessão na última sexta-feira (20) sob a presidência da vereadora Maria Elizete. A presidente colocou em votação uma matéria vinda do Poder Executivo, autorizando crédito especial ao Orçamento do município e criando na LOA 2019 a destinação de recursos para o Programa Protagonismo Juvenil, a Controladoria Municipal e para a construção do Centro de Artesanato. O projeto foi aprovado.

Os parlamentares ainda autorizaram o prefeito Ronaldo Queiroz fazer uma ajuda de custo com recursos do município para o Hospital da FAP, liga para tratamento de câncer em Campina Grande. A autoria deste projeto foi do vereador Robson Cordeiro.

Diogo Coutinho aprovou a denominação de Rua Oswaldo Coutinho Ramos a via pública paralela à Rua José Ramos e que interliga esta à Rua Manoel Henriques de Freitas.

Adailson Queiroz ainda solicitou recomendação ao prefeito Ronaldo Queiroz para que defina no âmbito da feira livre um espaço para a comercialização de animais (caprinos, ovinos, aves e outros).

De autoria do vereador Gilberto Farias, foi aprovado um requerimento destinado à Secretaria de Infraestrutura para que analise a possibilidade de construção de uma passagem molhada na estrada da comunidade Quixaba, ligando esta às comunidades de Mundo Novo e Malhada de Areia. O vereador ainda pediu que fossem relacionados os agraciados com título de cidadania gurjãoense para que fossem entregues suas comendas.

Os vereadores ainda aprovaram um voto de aplauso à Secretaria Estadual de Educação e à gestão da Escola Estadual Juarez Maracajá pela inauguração da biblioteca escolar, que homenageia a professora Maria Graciete Ramos de Castro. O autor da propositura foi o vereador Diogo Coutinho.

Já o vereador Júnior de Moraes pediu a aprovação de um voto de profundo pesar pela morte do ex-vereador Francisco Sales do Nascimento, falecido recentemente de forma inesperada. Os pares aprovaram a moção por unanimidade.

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) gastaram, juntos, R$ 130,8 milhões durante a campanha do primeiro turno das eleições, segundo dados disponíveis na base do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) até a data do primeiro turno, realizado em 4 de outubro. 

As despesas do candidato do PL somaram R$ 65,19 milhões, R$ 5,47 milhões a menos do que o total arrecadado pela campanha.

Com os gastos atualizados até a última segunda-feira (5), as despesas do candidato do PT totalizam R$ 65,6 milhões, R$ 22 milhões a menos do que os recursos arrecadados.

Apesar de ter registrado mais de R$ 65 milhões em despesas, a campanha do atual presidente realizou o pagamento de apenas 53% desse total: R$ 34,8 milhões.

Além dos gastos com a campanha, Lula fez doações a outros candidatos e partidos na casa de R$ 1 milhão. Já Flávio Bolsonaro não destinou verbas para doações.

Por decisão do TSE, os candidatos à Presidência poderão gastar com as campanhas até R$ 133 milhões, somando os dois turnos.

Candidatos focam em divulgação

A principal despesa de ambos os candidatos foi com “serviços prestados por terceiros”, categoria que abrange despesas genéricas de prestação de serviços para a campanha. Os gastos de Flávio Bolsonaro nessa frente totalizaram R$ 39,6 milhões, enquanto os de Lula somaram R$ 40,7 milhões. 

As duas campanhas escolheram concentrar a estratégia de repasse das verbas para gastos com a promoção das candidaturas. A equipe de Flávio Bolsonaro priorizou o impulsionamento digital da candidatura com R$ 9 milhões em despesas nessa frente, sendo R$ 8 milhões nos últimos 11 dias que antecederam as eleições de primeiro turno. 

Já os gastos da campanha do candidato do PL com promoção de materiais físicos somaram R$ 3,14 milhões em publicidades por adesivos e R$ 57,6 mil com materiais impressos. 

Por outro lado, a campanha de Lula priorizou os gastos com divulgação de material físico, com R$ 3,86 milhões gastos em “publicidade por adesivo” e R$ 3,04 milhões com “publicidade por materiais impressos”. Os gastos com impulsionamento digital na campanha à reeleição somaram R$ 2,69 milhões. 

Outro gasto relevante das campanhas foi com “serviços advocatícios”. Nessa frente, as despesas de Lula somaram R$ 4,02 milhões e as de Flávio, R$ 3,33 milhões. 

Origem dos recursos

Por lei, ambos os candidatos tiveram um limite de gastos de R$ 88,9 milhões para usar com despesas no primeiro turno das eleições. 

As receitas de Lula somam R$ 87,6 milhões de reais, compostos por R$ 85 milhões do FEFC (Fundo Especial de Financiamento de Campanha), R$ 2,17 milhões de doações de campanha e R$ 150 mil do fundo partidário. 

Já Flávio Bolsonaro conta, ao todo, com R$ 70,67 milhões, sendo R$ 47 milhões do FEFC, R$ 10,26 milhões de doações para a campanha e R$ 9,65 milhões do fundo partidário. 

Segundo o TSE, os candidatos têm entre 5 de outubro e 3 de novembro para prestar contas referente ao primeiro turno e entre 26 de outubro e 14 de novembro para os gastos do segundo turno. 

De Olho no Cariri

Com CNN Brasil