Em Gurjão, políticas para a prevenção e combate às drogas é lançado na rede municipal de ensino

Com o objetivo de auxiliar diversos temas dentro do espaço escolar, o município de Gurjão deu mais um passo em busca de implantar políticas para a prevenção e combate às drogas e à criminalidade,na noite da última sexta (20) foi lançado o Proerd nas Escolas da rede municipal de ensino e será uma parceria entre a prefeitura, juntamente com o Governo do Estado, por meio da Polícia Militar da Paraíba.

Participaram do lançamento do curso o Prefeito Ronaldo Queiroz ,a Secretária de educação e desportos Jane Erica , diretores , coordenadores e pais e mães de alunos da rede municipal de ensinos , a integração dos órgãos municipais com o Estado é mais uma busca pelo resgate da paz nas escolas e na sociedade como um todo.

“O bom da política da gestão do prefeito Ronaldo é que é uma gestão de continuidade. Não é uma coisa de faz de conta. Queremos construir uma política para que os futuros gestores possam contar com uma sociedade transformada. E o Proerd é um programa que, na verdade, vem para tentar edificar uma nova política de segurança na cidade, através da prevenção”, destacou a Secretária Jane Erica.

O prefeito Ronaldo Queiroz também participou do lançamento do Proerd, e ressaltou que a iniciativa é uma divisão de responsabilidade entre o município e o Estado, visando à segurança e o bem estar da população. Uma juventude mais consciente e fazendo uma segurança preventiva. “A partir do momento que você implanta o Proerd na rede Municipal de Ensino, você está plantando na verdade, uma Juventude mais consciente, e fazendo uma segurança preventiva. Eu tenho certeza que hoje uma das coisas mais preocupantes é a segurança. E com essa parceria, no futuro bem próximo, nós vamos colher resultados muito positivos”, concluiu Ronaldo.

O Capitão Claudio , que é chefe da unidade de programas preventivos na região do Cariri , “nós esperamos que com essa nova abertura que está acontecendo, Gurjão seja o palco para o início de uma parceria maior. Que possamos passar a nossa missão e nosso trabalho a todos aqui de Gurjão”.

Com Ascom PMG

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O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), marcou para a próxima quarta-feira (14) a votação, em primeiro turno, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a jornada de seis dias de trabalho por um de descanso (6×1). 

A PEC 221, de 2019, prevê descanso remunerado de 2 dias por semana, sem redução salarial, e reduz a atual jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com uma regra de transição de 14 meses. 

Ao agendar a votação, Alcolumbre disse que cumpre, portanto, o compromisso de colocar a proposta na pauta “com responsabilidade, diálogo e respeito ao rito regimental”. 

Aprovada na Câmara

A PEC pelo fim da escala 6×1 foi aprovada pela Câmara dos Deputados em dois turnos em maio deste ano e foi encaminhada ao Senado. Por se tratar de uma proposta de emenda constitucional, a matéria precisa ser aprovada nas duas Casas legislativas, em dois turnos em cada uma. Caso os senadores façam mudanças na proposta, o texto terá que ser apreciado novamente pelos deputados. 

No Senado, a base do governo na Casa tentou pautar a análise da proposta, mas Alcolumbre manteve o texto parado. Apenas em agosto encaminhou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). No início de setembro, a CCJ aprovou o fim da escala 6×1, mas Alcolumbre não levou o tema ao plenário. E afirmou que a votação aconteceria após as eleições.

Veja o que prevê a proposta: 

– Obrigatoriedade de dois dias de descanso por semana

– Redução da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial. 

– Jornadas diferenciadas para trabalhadores com diploma de ensino superior que recebem, atualmente, igual ou acima de R$ 21.188,87, desde que mantida a escala 5×2. Nesses casos, a negociação direta entre patrão e trabalhador deve definir a duração do trabalho.

– Implementação da nova escala terá uma transição de até 14 meses. A exceção são os trabalhadores terceirizados da administração pública, que terão uma regra de transição diferenciada.

– 60 dias após a promulgação da emenda constitucional, as empresas terão que garantir a escala 5×2, assim como a redução da jornada para 42 horas semanais.

– 12 meses após essa primeira redução, a jornada cai para 40 horas.

De Olho no Cariri

Com Agência Brasil