Sumé realiza esta semana Primeiro Festival de Música Zé Marcolino

A Prefeitura de Sumé está nessa semana comemorando o 1° Festival de Música Zé Marcolino. A programação começa nesta quinta-feira (26) com exposição da vida e obra do cantor Zé Marcolino, apresentações culturais com grupos de danças, violeiros, sarau poético, shows musicais com os cantores Dejinha de Monteiro e Bira Marcolino.

O Festival Zé Marcolino foi criado com o objetivo de revelar talentos no cenário da música e valorizar a memória do cantor sumeense que muito contribuiu com a música nordestina.

Para celebrar o Festival, a Prefeitura abriu inscrições de composições inéditas para participantes do município de Sumé e da região do Cariri Paraibano.

Foram inscritas 24 composições, sendo selecionadas 10, que disputarão a final no próximo sábado (28), na Praça José Américo.

As composições serão cantadas pelo intérprete inscrito e com acompanhamento da banda do Festival sob a regência do maestro Chiquito.

Aos vencedores será dada uma premiação de R$ 2.000,00 para o primeiro colocado, R$ 1.000,00 para o segundo, R$ 500,00 para o terceiro lugar e R$ 500,00 para o melhor intérprete.

Antes da final do festival, o prefeito Éden Duarte, estará às 17h entregando a reforma da Praça Zé Marcolino, localizada no bairro Santa Rosa.

Confira a Programação:

Local: Praça José Américo
Data: 26/09/2019 (quinta-feira)
· Abertura Oficial do I Festival de Música Zé Marcolino – 19h
· Exposição de Vida e Obra de Zé Marcolino no Cenário Musical – 18h às 22h
· Apresentação Cultural – 19h30

– Cia. Filhos da Dança de Sumé
– Grupo de Dança Sala de Reboco
· Apresentação Musical – 21h
– Trio Pé-de-Serra – Rogério Lima

Local: Praça José Américo
Data: 27/09/2019 (sexta-feira)
· Exposição de Vida e Obra de Zé Marcolino no Cenário Musical – 18h às 22h
· Sarau Poético – 20h
· Apresentação de Violeiros – 21h30

Data: 28/09/2019 (sábado)
· Entrega da Reforma da Praça Poeta Zé Marcolino – 17h
Rua: José Paulino de Barros
Bairro: Santa Rosa

Local: Praça José Américo:
· Exposição de Vida e Obra de Zé Marcolino no Cenário Musical – 18h às 22h
· Final do I Festival de Música Zé Marcolino – 21h
· Shows – 23h
– Bira Marcolino
– Dejinha de Monteiro

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O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), marcou para a próxima quarta-feira (14) a votação, em primeiro turno, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a jornada de seis dias de trabalho por um de descanso (6×1). 

A PEC 221, de 2019, prevê descanso remunerado de 2 dias por semana, sem redução salarial, e reduz a atual jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com uma regra de transição de 14 meses. 

Ao agendar a votação, Alcolumbre disse que cumpre, portanto, o compromisso de colocar a proposta na pauta “com responsabilidade, diálogo e respeito ao rito regimental”. 

Aprovada na Câmara

A PEC pelo fim da escala 6×1 foi aprovada pela Câmara dos Deputados em dois turnos em maio deste ano e foi encaminhada ao Senado. Por se tratar de uma proposta de emenda constitucional, a matéria precisa ser aprovada nas duas Casas legislativas, em dois turnos em cada uma. Caso os senadores façam mudanças na proposta, o texto terá que ser apreciado novamente pelos deputados. 

No Senado, a base do governo na Casa tentou pautar a análise da proposta, mas Alcolumbre manteve o texto parado. Apenas em agosto encaminhou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). No início de setembro, a CCJ aprovou o fim da escala 6×1, mas Alcolumbre não levou o tema ao plenário. E afirmou que a votação aconteceria após as eleições.

Veja o que prevê a proposta: 

– Obrigatoriedade de dois dias de descanso por semana

– Redução da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial. 

– Jornadas diferenciadas para trabalhadores com diploma de ensino superior que recebem, atualmente, igual ou acima de R$ 21.188,87, desde que mantida a escala 5×2. Nesses casos, a negociação direta entre patrão e trabalhador deve definir a duração do trabalho.

– Implementação da nova escala terá uma transição de até 14 meses. A exceção são os trabalhadores terceirizados da administração pública, que terão uma regra de transição diferenciada.

– 60 dias após a promulgação da emenda constitucional, as empresas terão que garantir a escala 5×2, assim como a redução da jornada para 42 horas semanais.

– 12 meses após essa primeira redução, a jornada cai para 40 horas.

De Olho no Cariri

Com Agência Brasil