João Azevêdo destaca continuidade do programa Caminhos da Paraíba com ligação entre importantes regiões do estado

O governador João Azevêdo (PSB) ressaltou a importância do programa Caminhos da Paraíba não apenas para a economia no estado, já que as estradas que retiraram todas as cidades do isolamento fazem com que a logística de transportes fique equacionada, mas também com relação a melhoria na segurança dos paraibanos.

João pontuou que a continuidade do programa, com algumas estradas já em licitação, será imprescindível para desta vez ligar regiões importantes economicamente que não se interligavam.

“As cidades saíram do isolamento, entretanto existem regiões importantes economicamente no estado que não se comunicam e essas regiões precisam estar ligadas, por isso há um conjunto de estradas que estão sendo projetadas, algumas já em licitação e que dão continuidade a esse programa Caminhos da Paraíba” declarou.

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) gastaram, juntos, R$ 130,8 milhões durante a campanha do primeiro turno das eleições, segundo dados disponíveis na base do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) até a data do primeiro turno, realizado em 4 de outubro. 

As despesas do candidato do PL somaram R$ 65,19 milhões, R$ 5,47 milhões a menos do que o total arrecadado pela campanha.

Com os gastos atualizados até a última segunda-feira (5), as despesas do candidato do PT totalizam R$ 65,6 milhões, R$ 22 milhões a menos do que os recursos arrecadados.

Apesar de ter registrado mais de R$ 65 milhões em despesas, a campanha do atual presidente realizou o pagamento de apenas 53% desse total: R$ 34,8 milhões.

Além dos gastos com a campanha, Lula fez doações a outros candidatos e partidos na casa de R$ 1 milhão. Já Flávio Bolsonaro não destinou verbas para doações.

Por decisão do TSE, os candidatos à Presidência poderão gastar com as campanhas até R$ 133 milhões, somando os dois turnos.

Candidatos focam em divulgação

A principal despesa de ambos os candidatos foi com “serviços prestados por terceiros”, categoria que abrange despesas genéricas de prestação de serviços para a campanha. Os gastos de Flávio Bolsonaro nessa frente totalizaram R$ 39,6 milhões, enquanto os de Lula somaram R$ 40,7 milhões. 

As duas campanhas escolheram concentrar a estratégia de repasse das verbas para gastos com a promoção das candidaturas. A equipe de Flávio Bolsonaro priorizou o impulsionamento digital da candidatura com R$ 9 milhões em despesas nessa frente, sendo R$ 8 milhões nos últimos 11 dias que antecederam as eleições de primeiro turno. 

Já os gastos da campanha do candidato do PL com promoção de materiais físicos somaram R$ 3,14 milhões em publicidades por adesivos e R$ 57,6 mil com materiais impressos. 

Por outro lado, a campanha de Lula priorizou os gastos com divulgação de material físico, com R$ 3,86 milhões gastos em “publicidade por adesivo” e R$ 3,04 milhões com “publicidade por materiais impressos”. Os gastos com impulsionamento digital na campanha à reeleição somaram R$ 2,69 milhões. 

Outro gasto relevante das campanhas foi com “serviços advocatícios”. Nessa frente, as despesas de Lula somaram R$ 4,02 milhões e as de Flávio, R$ 3,33 milhões. 

Origem dos recursos

Por lei, ambos os candidatos tiveram um limite de gastos de R$ 88,9 milhões para usar com despesas no primeiro turno das eleições. 

As receitas de Lula somam R$ 87,6 milhões de reais, compostos por R$ 85 milhões do FEFC (Fundo Especial de Financiamento de Campanha), R$ 2,17 milhões de doações de campanha e R$ 150 mil do fundo partidário. 

Já Flávio Bolsonaro conta, ao todo, com R$ 70,67 milhões, sendo R$ 47 milhões do FEFC, R$ 10,26 milhões de doações para a campanha e R$ 9,65 milhões do fundo partidário. 

Segundo o TSE, os candidatos têm entre 5 de outubro e 3 de novembro para prestar contas referente ao primeiro turno e entre 26 de outubro e 14 de novembro para os gastos do segundo turno. 

De Olho no Cariri

Com CNN Brasil