Prefeito Helder Trajano se reúne com deputados e apresenta demandas para São João do Cariri

Após limpar o nome do CAUC e ficar habilitada a receber recursos federais, a prefeitura de São João do Cariri através do prefeito Helder Trajano (DEM), anda em busca de parcerias para que o município possa então, a receber novas ações por parte de parcerias no âmbito estadual e federal.

Após apresentar demandas na última semana em uma audiência na capital do Estado com o governador João Azevêdo, o prefeito Helder esteve na tarde desta sexta-feira(23) se reunindo em João Pessoa com o Deputado Federal Wilson Santiago (PTB) e que contou com a participação do Deputado Estadual Wilson Filho (PTB).

O encontro do gestor foi intermediado pelo o ex-candidato a prefeito nas últimas eleições, Chico de Eulina, que é o presidente municipal do PTB. A reunião ainda contou com a presença do vereador Robson Brito que também é pertencente ao PTB.

Na oportunidade, as lideranças políticas conversaram sobre projetos e à vinda de recursos nas diversas áreas para o município de São João do Cariri.

O prefeito Helder Trajano avaliou positivamente o encontro com os parlamentares. “Tivemos nosso primeiro contato direto com os parlamentares, onde pudermos levar as necessidades da nossa população e apresentar propostas e articular à vinda de novos recursos para nossa cidade. Agradeço a receptividade dos parlamentares e a intermediação do amigo Chico de Eulina, que apesar de não sermos do mesmo partido, está nos ajudando para que possamos estar trazendo melhorias e desenvolvimento para nossa cidade”, disse o prefeito.

Já o líder político Chico de Eulina também avaliou positiva o encontro com os parlamentares e destacou a união de toda a classe política para que a cidade de São João do Cariri venha a receber novos recursos. “É chegada a hora de fazermos as nossas reivindicações aos nossos deputados, o município está apto a receber recursos e vamos unidos buscar melhorias para nossa cidade. O que depender de mim vou me doar ao máximo para sempre estar buscando melhorias para nossa cidade”, destacou Chico de Eulina.

De Olho no Cariri

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB