Prorrogadas as inscrições do Festival de Música Zé Marcolino, em Sumé

A Secretaria de Educação de Sumé prorrogou as inscrições do Festival de Música Zé Marcolino para até a próxima sexta-feira, 23 de agosto.

Os interessados em participar devem se inscrever na Secretaria de Educação, das 08h às 14h.

Para efeito de inscrição só será permitida uma composição para cada participante. Fica vedado o mesmo intérprete em mais de uma canção.

É necessário o candidato preencher a ficha de inscrição obtida nos Anexos I e II do Edital (disponível no site www.sume.pb.gov.br) preenchida e assinada pelo compositor da música, além disso, apresentar:
a) Cópia da Carteira de Identidade;
b) Cópia do CPF;
c) Comprovante de residência;
d) Uma foto artística;
e) Breve relato artístico (ver modelo Anexo III, ficha de anamnese);
f) Cópia da letra da música digitada e devidamente identificada com o nome do autor;
g) letra da música com Cifra ou com Partitura (opcional);
h) Autorização do compositor da música, acompanhada de cópia do RG e CPF do mesmo, caso a música seja defendida por outro intérprete (ver modelo Anexo II do Edital).

O Festival acontecerá na Praça José Américo no dia 28 de setembro, destina-se a participantes a partir de 18 anos de idade, domiciliados no município de Sumé-PB e na região do Cariri Paraibano.

Com Ascom PMS

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB