Daniella Ribeiro contrata prima como assessora com salário de quase R$ 23 mil, diz colunista

A coluna do jornalista Lauro Jardim, no portal O Globo, site de repercussão nacional, trouxe, nesta terça-feira (20) a informação de que a senadora paraibana, de primeiro mandato, Daniella Ribeiro, do Partido Progressistas, contratou uma prima para trabalhar com ela, no gabinete em Brasília, como assessora parlamentar com um salário de quase R$ 23 mil.

Marina Ribeiro Barbosa Gaudêncio recebe salário de R$ 22,9 mil para atuar no gabinete da paraibana, um salário maior do que o pago a muitos prefeitos paraibanos.

Conforme a coluna, Daniella e Marina são primas de segundo grau e, por isso, o Senado não considera o caso como nepotismo.

Antes de Marina atuar no gabinete de Daniella, ela estava lotada na liderança do PP no Senado, só que com salário bem menor. Daniella lidera o Progressistas (PP) no Senado e é a primeira mulher paraibana a assumir o posto.

Diz a coluna

Senadora bota parente para dentro de gabinete com salário de R$ 23 mil 

Daniella Ribeiro, senadora do PP da Paraíba, abriu as portas do gabinete para a família: contratou Marina Ribeiro Barbosa Gaudêncio, filha de sua prima, para trabalhar como assessora parlamentar, com salário de cerca de R$ 22,9 mil.

E não é a primeira vez.

Até então, Marina estava lotada na liderança do PP no Senado, partido liderado por Danielle Ribeiro, onde ganhava menos.

Mais impressionante do que a generosidade de Danielle é o fato de o Senado não considerar nepotismo a contratação de primos de segundo grau.

Com PB Agora

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB