Manifestantes protestam contra cortes na educação em Campina Grande

Manifestantes protestaram contra os cortes na educação e em defesa das aposentadorias, na manhã desta terça-feira (13), em Campina Grande. Diferentes categorias se reuniram em três pontos da cidade para sair em caminhada e se encontrarem na Praça da Bandeira, no Centro da cidade. O trânsito nas ruas foi sendo bloqueado e liberado ao longo do ato público. O ato dispersou por volta das 12h30.

A manifestação teve início às 8h, com concentração de estudantes em frente à Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Por volta das 9h30, os participantes seguiram em caminhada até a Praça da Bandeira.

Os estudantes e professores da educação básica, representados pelo Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais do Agreste da Borborema (Sintab-PB), se concentraram em frente à Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) para caminhar até a Praça da Bandeira.

Já os estudantes e professores do Instituto Federal da Paraíba (IFPB) se reuniram em frente ao Teatro Severino Cabral e também seguiram para o ato na Praça da Bandeira. O protesto passou pela Arrojado Lisboa até chegar na rua João Pessoa, e de lá seguiu para a praça.

Participam do ato todas as entidades que fazem parte do Comitê Municipal em Defesa dos Direitos dos Trabalhadores e Trabalhadoras e das Liberdades Democráticas, entre elas a Aduepb, Adufcg, ANDES, Sintab-PB, Sintesf-PB, Sintesp-PB, e as representações do movimento estudantil das duas correntes: Correnteza e Levante Popular da Juventude.

Com G1 PB

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB